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sábado, 18 de agosto de 2012

Soninha Francine pensa em processar Levy Fidelix por chamá-la de maconheira


A candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo Soninha Francine rebateu, nesta sexta-feira, 17, as críticas feitas por Levy Fidelix (PRTB) e disse que pretende entrar na Justiça contra o candidato por injúria e difamação. Na série Entrevista Estadão, transmitida ao vivo pelo portal estadão.com.br, Fidelix criticou o fato de ser chamado poucas vezes a dar entrevistas e emendou "A maconheira pode, o Levy não pode".

Para Soninha, a fala do candidato mostrou ser uma deturpação da opinião dela, além de ser uma agressão verbal completamente sem cabimento e motivo. Para a candidata, que se classifica como um alvo fácil, além de ser um assunto de risco para os políticos, "a chance de sua opinião ser deturpada é grande haja vista o que o Levy fez".

Soninha afirma que não usa mais maconha desde que adotou o budismo como forma de orientação religiosa. 

"Mesmo sendo raro o uso, e sempre foi, eu reconheci que não era certo".
A candidata do PPS ainda afirmou que este tipo de declaração sem nexo é muito ruim para a discussão que é super atual.

"O tema em si é delicado e cercado de tabus. Muitas outras coisas são discutidas abertamente como pena de morte, por exemplo. Ninguém fica horrorizado quando alguém defende a pena de morte", argumentou.

Soninha, porém, nunca negou que é a favor da descriminalização da maconha e aborda o assunto com um ponto de vista social, principalmente pelo fator negativo que a chamada guerra às drogas trás para a sociedade.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Soninha fala sobre Serra e a legalização da Maconha, em debate promovido pela Record News


Dois temas que sempre acompanharam os debates envolvendo Soninha Francine, dominaram a sabatina do Record News desta quarta-feira (30) com a pré-candidata do PPS à  Prefeitura de São Paulo: a questão da legalização da maconha e a proximidade de Soninha com o ex-governador de São Paulo e também pré-candidato  a prefeito, José Serra.

Ela explicou que passou do “odiar” a “gostar” de Serra depois de perceber que “algumas coisas que diziam sobre o político do PSDB não eram verdadeiras”.

“Vi que quando ele foi prefeito assumiu tarefas impopulares, mas necessárias como a remoção de populações carentes em áreas de mananciais.

Sobre a legalização da maconha, Soninha lembrou:

“ O monopólio de produção de maconha é do crime. Não tem alternativa. Se uma pessoa quiser ela vai ter que comprar de bandido. A maconha é a primeira porta de contato com o bandido. Eu parei de usar.”

O transporte público também foi discutido. Soninha criticou o rodízio de caminhões, lembrando que a restrição criou problemas para o abastecimento de mercadorias da cidade e defendeu melhorias na operação de corredores de ônibus.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Soninha Francine defende a legalização da Maconha em sabatina realizada pelo SBT


Nesta quarta-feira (2) a pré-candidata a Prefeitura de São Paulo pelo PPS (Partido Popular Socialista), Soninha Francine, participou de uma sabatina organizada pelo SBT para falar sobre seus planos para a cidade de São Paulo. Entre os assuntos abordados, esteve a legalização da maconha, trânsito, saúde, educação entre outros que são importantes para a sociedade.

Questionada se era a favor ou contra a legalização da maconha, Soninha respondeu que é a favor da legalização, e não do uso. Para a pré-candidata, o dinheiro que essa indústria gera tem que sair das mãos do tráfico.  “Ainda bem que quem fabrica o tabaco é a Souza Cruz e não o PCC”, afirmou.

Na área da saúde, Soninha disse que uma das medidas de urgência é fazer mutirões, para que a população possa ter suas necessidades atendidas rapidamente. “Não é a solução, mas é válido para tirar o atraso. Um dos itens que devem ser melhorados é o de marcação de consulta. Já temos internet hoje, seria mais fácil se as pessoas não precisassem ir até lá o balcão e pegar a fila, senha e de repente ter que voltar outro dia porque não conseguiu. Temos que fazer os fluxos funcionarem e melhorar o programa Saúde da Família”.

Quanto à educação, Soninha apontou que um dos principais problemas é que falta um plano de carreira para os profissionais e os espaços físicos de ensino. “Temos que ter funcionários e alunos em prédios agradáveis e convidativos, com espaços que os façam sentir-se bem”.  Outro ponto lembrado pela pré-candidata foi a questão das vagas em creches. “Continuo achando bom as creches conveniadas, se não tem vaga gratuita, a família deve ter uma bolsa para que não pese no orçamento”.
 
 

NÃO COMPRE, PLANTE!

 

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