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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Marcha da Maconha da cúpula Canábica na Rio+4:20 (Por Dr. André Barros)


Aproveitando o encontro da "Cúpula dos Povos" durante a "Rio + 20", realizamos a "Cúpula Cannábica" e a "Rio + 4:20". Em três dias de encontro, ativistas e coletivos das Marchas da Maconha de todo o país tiveram a oportunidade de se conhecer e debater os próximos passos para a legalização da maconha no Brasil e no mundo.

O debate foi acirrado, pois conflitos de culturas políticas ficaram claros durante o encontro. Enquanto vários ativistas trazem práticas de partidos políticos de esquerda e de aparelhos estudantis e sindicais, outros apresentam a experiência de novas práticas advindas da democracia direta da internet e de movimento em rede.

Cobrados à esquerda como movimento de alienados que pretendem apenas a legalização da maconha para uso recreativo, muitos ativistas sentem a obrigação de organizar a revolução que vai construir uma sociedade igualitária. Dessa forma, pensam construir no movimento cannábico a consciência revolucionária que vai transformar toda a realidade social. A preocupação é nobre, mas destituída de realidade. Penso, que a legalização da maconha, por si só, vai representar um baque nesse sistema capitalista estressado, apressado e de um alienante e repetitivo trabalho. A maconha vai trazer a essa sociedade o trabalho criativo, reflexivo e da paz, pois seu próprio consumo é coletivo e em roda, ao contrário do consumo individual deste sistema capitalista.

No encontro, debatemos e concluímos que nosso movimento deve ser "em teia" e criamos a REDE NACIONAL DE ATIVISTAS E COLETIVOS PELA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA. Nesta rede, vamos estreitar nossas relações e aprofundar diversos temas no debate.

Decidimos fazer uma pressão nacional para o Supremo Tribunal Federal julgar o Recurso Extraordinário de grande repercussão geral, como deliberou o Plenário Virtual da Corte. Enviar e-mails de todos os estados, cobrando do Supremo para que nossa causa não prescreva. O Movimento foi nominado STF, NÃO DEIXE APAGAR A NOSSA CAUSA.

Em 19 de junho, último dia de nosso encontro, realizamos, no meio da Cúpula dos Povos, a Marcha da Maconha. Mais de 500 ativistas caminharam e cantaram pela legalização da maconha, acompanhados de forte e provocativo aparato policial. Após a Marcha, vários ativistas foram, inclusive, revistados. Mas nada que ofuscasse a potência da Marcha da Maconha da Cúpula Cannábica.


"Curta" a página do Dr. André Barros no Facebook:
http://www.facebook.com/advogadoandrebarros

FONTE: http://maconhadalata.blogspot.com

Grupo de ativistas se reuniram para pedir a legalização da maconha, na Cúpula dos Povos


Manifestantes favoráveis à descriminalização da maconha e ao cultivo caseiro da Cannabis se concentraram no Museu de Arte Moderna (MAM), no Aterro do Flamengo, nesta terça-feira. Segundo informações, cerca de 500 pessoas participaram da marcha da maconha que pede a legalização do uso da erva na Cúpula dos Povos.

Um dos organizadores do movimento, o sociólogo Renato Cinco defende a liberação do consumo da erva. 

"A maconha tem vários usos. As pessoas só conhecem o uso recreativo. Com a proibição, o mercado da droga vira um monopólio do crime, que rende milhões de dólares para os criminosos. Se legalizarmos, vamos diminuir a violência", afirmou.

A mobilização acontece após três dias de discussão na primeira "Cúpula Cannabica", que reuniu movimentos de todo o país. Eles organizaram uma passeata para expor a outros movimentos sociais suas ideias.

“Nosso objetivo é dialogar com participantes da Cúpula dos Povos, chamando a atenção para problemas na política de guerra às drogas. O diálogo com outros movimentos sociais precisa ser constante”, explica Renato Cinco, que também é organizador da marcha no Rio.

domingo, 17 de junho de 2012

Cúpula dos Povos teve debates sobre a atual política de drogas brasileira


Entre as dezenas de fóruns e palestras que ocuparão as 50 tendas Cúpula dos Povos,que começou neste nesta sexta (14), está o debate sobre a atual política de drogas brasileira, incluindo a descriminalização da maconha. A discussão foi realizada na tenda número 13, no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, ontem, (16).

Ontem, também houve o seminário "Direito à mobilidade urbana e participação popular nas políticas públicas", na tenda 29. No mesmo horário, uma roda de conversa abordou os direitos das mulheres na sociedade, na tenda 20.

A Cúpula dos Povos é um evento paralelo à Rio+20, onde organizações da sociedade civil discutem temas relacionados à Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável. A organização espera reunir 18 mil pessoas nas 50 tendas do evento.

O público esperado para essa edição do evento é quase o dobro do que compareceu à Cúpula dos Povos em 1992, durante a Rio-92. O encontro quer que os temas discutidos na Rio+20 não fiquem só no papel, mas se transformem em práticas sociais.

A ideia dos organizadores é ir além dos temas que serão debatidos no Riocentro, onde acontece a conferência oficial com representantes de 193 países, e realizar debates de forma independente, e com a possibilidade de assumir tons mais críticos ao que está sendo decidido pelos governos.

Um mês antes do início da conferência, representantes da Cúpula dos Povos apresentaram um documento mostrando que o debate principal do grupo vai girar em torno da rejeição à mercantilização da natureza e ao que chamam de "economia verde"
 
 

NÃO COMPRE, PLANTE!

 

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