domingo, 1 de julho de 2012

Governo uruguaio explica como vai vender maconha


A Junta Nacional de Drogas do Uruguai explica que a qualidade da droga será monitorada para que usuários não consumam maconha adulterada, e que o preço poderá ser mais baixo que o praticado no mercado negro. E haverá um cadastro de usuários para se evitar um “narcoturismo” de pessoas de outros países.

Limite mensal por pessoa será de 30 gramas
Logo depois que foi anunciado este mês, o projeto de estatização do mercado de maconha levantou críticas — o governo colombiano, por exemplo, afirmou que os uruguaios deveriam discutir o projeto com os outros países da região — e dúvidas. Um dos principais responsáveis do governo uruguaio sobre o projeto, o secretário-geral da Junta Nacional de Drogas do Uruguai, Julio Calzada, tirou dúvidas.

Onde será a venda dos cigarros de maconha?
Há aspectos que só serão definidos depois que o Parlamento aprovar a lei. O poder executivo fará a regulamentação dela segundo o que for aprovado. Dito isso, o importante é que será o Estado que vai regular a venda. Não haverá postos de venda “estatais”, mas venda controlada por diferentes vias, por meios de “estancos”, como é o modelo espanhol para a venda de tabaco. Poderiam ser incluídos aí os clubes ou associações de usuários.

Como evitar que a venda volte para o tráfico, depois da legalização?
É possível fazer isso se for controlado o volume de produção — que para o mercado uruguaio é de 2,5 toneladas mensais — e também controlar quem compra. Se fizermos isso, garante-se que a produção não vai para o mercado negro. O limite da compra mensal por pessoa será de 30 gramas.

Como serão definidos os preços?
Isso será resultado de estudos técnicos de custo — nas experiências existentes o preço é similar ao do mercado negro ou levemente inferior. O principal é que o usuário vai consumir um produto certificado e não adulterado, como é feito atualmente.

Haverá monitoramento para se evitar que usuários se excedam?
O pacote de medidas vai potencializar dispositivos de saúde, atenção e tratamento, para pessoas com consumos problemáticos de droga, especialmente derivados de pasta base de cocaína.

6 comments:

Anônimo disse...

E o uso medicinal? E o uso industrial? Ninguém quer saber disso????

Anônimo disse...

Espero que isso chegue logo no Brasil!

Anônimo disse...

Espero que isso chegue logo ao Brasil! [2]

Anônimo disse...

LEGAL !!! MUITO BOM!

rodrigo disse...

Parabéns ao Secretário-geral da Junta Nacional de Drogas do Uruguai, Julio Calzada e ao Governo urugaio!!! Com certeza é um grande passo contra a hipocrisia atual em torno dessa droga. Que sirva de exemplo ao Brasil!

igor sakata perez disse...

Quando será que o governo brasileiro amadurecera?Se essas medidas focem implantadas no brasil... fico louco só de pensar

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