quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Presidente THC continua sendo perseguido


O candidato Lucas Oliveira, que se veste de “Presidente THC”, vem sofrendo retaliações justamente pelo seu ponto de vista favorável à legalização da maconha. Em um ato covarde e que lembra a ditadura militar, tentam de qualquer maneira acabar com a candidatura do candidato a vereador da cidade de Florianópolis.’

O promotor eleitoral Sidney Eloy Dalabrida pediu nesta terça-feira (11) a instauração de inquérito policial para apurar suposta prática de tráfico de entorpecente pelo candidato a vereador de Florianópolis Lucas de Oliveira (PSDB).

Na semana passada, após receber denúncias sobre apelo ao uso de drogas, Dalabrida havia pedido liminar em que estava incluso o requerimento de busca e apreensão do material de campanha do candidato. A 

Polícia Militar realizou as buscas na quinta-feira (6) e, de acordo com o promotor, além do material gráfico que faria apologia ao uso de entorpecentes, foram encontrados estojos contendo seda - papel usado para embalar maconha - e 37 esmurragadores, que servem para trituração da droga.

Ainda segundo Dalabrida, em um destes artefatos, foi localizada certa quantidade de droga. "Com base nisso, há a possibilidade de ele estar envolvido com tráfico de entorpecentes", disse. "Uma coisa é discutir a descriminalização. Outra é distribuir material que serviria para o uso de droga", defendeu o promotor.

Agora, o material retido está na 13ª Zona Eleitoral e, segundo o juiz eleitoral Luiz Felipe Schuch, parte dele será encaminhado ainda esta semana à Polícia Civil para verificação de ocorrência de crimes comuns. "Um delegado deve ficar responsável pelo caso", afirmou. Uma cópia do processo irá para 100ª Zona Eleitoral para análise de condutas vedadas, como a distribuição de brindes.

Enquanto propagandas eleitorais competem ao Ministério Público, a 100ª Zona Eleitoral fica responsável pelo registro de candidatura. Neste sentido, a promotora eleitoral Cristiane Maestri Böell também propôs ação para cassação do registro de Oliveira e declaração de inelegibilidade do candidato pelo prazo de oito anos.

1 comments:

Jessica disse...

Fora o já habitual preconceito de encaixar os usuários no perfil de traficantes, o que mais me chamou a atenção foi: "Uma coisa é discutir a descriminalização. Outra é distribuir material que serviria para o uso de droga"; por que eles acham que ele ia distribuir seda e despelotadores? Não entendi mesmo...

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