domingo, 2 de dezembro de 2012

Cannabis: a sociedade agradece a sua legalização!


A Maconha tem várias aplicações para a sociedade e uma deles é o seu uso medicinal. Embasada em pesquisa e experimentações, os resultados mostram  que os princípios ativos da Cannabis possuem  propriedades antipsicóticas, ansiolíticas e também sobre doenças motoras. Estudos mais engajadas apontam  para  seus efeitos terapêuticos são benéficos  em doenças como a esquizofrenia, depressão, epilepsia, stress, câncer, HIV, hepatites, entre outras.

Historicamente, a maconha já era prescrita para prisão de ventre e problemas de menstruação, como comprovam os historiadores através de livros da medicina tradicional chinesa, que possuem mais de 4 mil anos. A maconha também sempre foi bem apreciada pelos hinduístas, na Índia. A história aponta que também que a maconha, inflorescência feminina da planta do gênero Cannabis, um dos medicamentos mais controversos da atualidade, já foi receitada no século XIX para a rainha inglesa Vitória.

Atualmente, a ciência, serve como uma grande ferramenta para desvendar os equívocos cometidos contra a maconha, provando por exemplo, que os fatos divulgados sobre a maconha são completamente diferentes daqueles que a criminalizaram.

Estudos moderno da planta Cannabis, mostram que os canabinoides, substâncias em grandes quantidades na maconha, podem ser ótimos aliados no tratamento das doenças que foram supracitadas no primeiro parágrafo. Os efeitos dos canabinóides também estão relacionados à formação de novos neurônios e estímulos neuronais, podendo ser utilizada no tratamento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e esclerose.

O mercado farmacêutico, antes fechado à maconha, começa a se abrir e a se render aos benefícios da planta, como por exemplo, GW Pharmaceuticals, desenvolvedora do spray Sativex, que contém os canabinoides em sua forma sintética, e já é comercializado sob prescrição médica aos seus pacientes em alguns países europeus.

No Brasil, a legislação aponta para uma proibição de medicamentos que contenham em sua fórmula substâncias ilícitas, proibidas pelo Estado, portanto, este tipo de medicamento dependeria de uma autorização especial para ser comercializado sob prescrição médica. Contudo, com o atraso brasileiro social, moral ou científico –quando o assunto é maconha- dificilmente temos condição de prever quando os pacientes das doenças citadas ao longo deste texto vão poder se beneficiar com este tipo de terapia, entre tantas outras que envolvem a maconha, simplesmente pela dificuldade de mostrar aos mais conservadores que eles estão errados em relação à maconha.

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