terça-feira, 30 de agosto de 2011

Desmascarando a farsa do proibicionismo da Maconha


Alguém ainda acha sério que o motivo pelo qual a maconha é proibida é porque ela faz mal à saúde? Ou porque haveria um suposto aumento no custo de financiamento do SUS? Ou porque maconha é coisa de vagabundo? Ou porque é “pecado” fumar maconha? Ou porque a legalização traria prejuízos ao país? Quem pensa assim está completamente enganado!

Quando se fala em Maconha, logo já se consegue alavancar uma boa discussão. É óbvio que inalar qualquer fumaça faz mal à saúde, porém ainda sim a proibição é muito mais maléfica. Os que defendem a legalização nunca negaram o óbvio, mas os que são à favor da repressão, parecem não querer ver uma realidade que está em sua frente.
Se o tal argumento do “mal à saúde” fosse sincero, muitos alimentos que podem ser encontrados em qualquer prateleira de supermercado e adquiridos por qualquer criança, teriam que ser banidos do mercado com urgência.
Bom salientar também, que se a legalização da Maconha aumentaria custos do governo, vale lembrar, que ao mesmo tempo também baixaria o custos em atendimentos e ocupação de leitos causados pelos conflitos diários com o tráfico .

Lógico também, que nesta discussãoexiste um preconceito econômico historicamente enraizado em função das fortes campanhas anti-canábicas promovidas pelos senhores de escravos, o que não é reconhecido oficialmente porque implicaria campanhas de resgate cultural com o uso da maconha. (A maconha foi trazida pelos escravos e combatida pelos senhores de escravos porque causa relaxamento muscular, fome e sono – tudo que dá prejuízo ao explorador da escravidão. A lógica é: se prejudica os lucros da elite econômica, então é coisa de vagabundo e do demônio. Nunca houve e não há preocupação com a saúde do usuário.)
Junto com o preconceito racial e econômico, não podemos deixar de citar o preconceito religioso historicamente enraizado, Já que os escravos que trouxeram a maconha praticavam religiões não-cristãs e era conveniente demonizar a erva em campanha conjunta com os interesses dos senhores de escravos.

Realmente, precisamos rever nossos conceitos. A proibição da maconha é puramente comercial. Ninguém de fato está preocupado com a saúde do usuário.

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