domingo, 12 de fevereiro de 2012

A maconha nas civilizações antigas

A maconha há algum tempo vem sendo demonizada pela sociedade. É comum sempre alguém nos dizerem que a maconha faz mal, queima neurônios ou até mesmo nos deixa idiotas. Contudo, o que eles ainda não se deram conta é que antes mesmo do início de toda esta repressão, a Cannabis era conhecida e amiga das nações.

Sabe-se, por exemplo, que gregos e romanos sempre se utilizaram da maconha para fins psicoativos, medicinais ou econômicos. No famoso livro épico, a Odisseia, a charmosa Helena serve uma bebida chamada Nepenthés, que era utilizada para alegrar as reuniões, devido ao seu teor inebriante.

Quando os historiadores resolveram saber o que continham naquela bebida, descobriram que se tratava de um líquido advindo da Cannabis, que era extraído através das flores. Uma espécie de vinho, que era servido em reuniões sociais e outros eventos da época, além de ter também a sua utilização para fins medicinais para pessoas que sofriam de dores ou para o simples relaxamento dos músculos.


Já os Romanos, tiveram o contato com a Maconha durante as chamadas guerras Púnicas, que foi uma série de três conflitos, entre a República Romana e a República de Cartago, cidade-estado fenícia, que no final foi destruída fazendo com que Roma passasse a dominar o mar Mediterrâneo.

Durante estes conflitos, o exército de Roma se utilizava da maconha no intuito de auxiliar os soldados nos momentos difíceis da batalha. Daí surgiu este conceito de entregar maconha aos soldados, utilizados em outros países e também em outras guerras retratadas pela história.

No Egito, os historiadores relatam que eram usados pela população uma espécie de incenso- conhecido como Kiphy-  que entre outras substâncias, era produzido através da Cannabis. Sabe-se que este incenso produzia efeitos psicoativos, e era constantemente usado em reuniões e cerimônias importantes.

A Cannabis começou a cair em desuso depois do fim do Império Romano, já que com a chegada do Cristianismo, a Igreja adota uma postura de proibição contra as chamadas drogas pagãs, mesmo indo contra a planta que outrora era adorada pelo berço do Cristianismo.

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