quinta-feira, 22 de março de 2012

Liberado pelo STF, Marchas da Maconha prometem causar impacto este ano


Completando cinco anos de existência no Brasil, o movimento Marcha da Maconha pretende fazer suas maiores manifestações este ano. Será a primeira leva nacional de protestos depois da decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2011, que legalizou a realização das marchas.

Uma das primeiras brigas do movimento que reivindica a legalização da maconha é romper a barreira da mídia, que segundo suas lideranças alimenta uma imagem distorcida dessa pauta e de seus defensores. Os integrantes do movimento querem que mais gente compreenda que sua luta não se resume ao direito individual de consumo da droga, mas que é preciso discutir uma nova política de drogas que envolva os temas de saúde pública e redução de danos.

Os organizadores da marcha acreditam que entre os principais aspectos negativos da guerra às drogas estão na ingerência indevida do Estado na escolha pessoal do que cada indivíduo adulto consome, escolha essa que afeta o seu próprio corpo somente, além de ser usada como pretexto para justificar a violência estatal, invariavelmente sobre os setores mais pobres da população, como mostram as ocupações militares nos morros do Rio de Janeiro, por exemplo.

Alguns dados expostos em um vídeo da Marcha da Maconha de SP esboçam uma realidade difícil em decorrência da proibição. A “guerra às drogas” justifica uma política brutal de repressão que recai principalmente sobre os jovens, negros e pardos, moradores das periferias.

O movimento acredita que a legalização significa o estabelecimento de outras leis sobre o uso da maconha. A legalização pode alterar a lógica de criminalização da pobreza e do encarceramento em massa enquanto política do Estado. Do ponto de vista da saúde, a prevenção de danos e os tratamentos públicos de dependência são itens que complementam a proposta.

4 comments:

lucas disse...

SE NÃO LEGALIZAR O DINHEIRO VAI PROS TRAFICANTES, E SE LEGALIZAR O DINHEIRO VAI PROS POLITICOS, QUAL A DIFERENCIA ?

eh por isso disse...

a diferença meu amigo e que nao vamos mais correr o risco de levar tapa na cara (nos mais leves dos casos) pra passarmos a ter o direito de plantar e consumir a planta...(to cagando pra onde vaew esse dinheiro quero o meu direito de escolha,se eu fumo,compro ou culvivo o problema é meu nao do estado)

Anônimo disse...

se vc plantar nao vai nem pra traficante e nem pra politico!

Anônimo disse...

o problema é que, os políticos faturam muito com o tráfico e não irão abrir mão de tal benefício..¬¬

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