sábado, 26 de maio de 2012

3 mil pessoas marcharam em Brasília pela legalização da Maconha


Manifestantes ocuparam a Esplanda do Ministérios na tarde desta sexta-feira (25) pedindo a legalização do uso da maconha. A caminhada começou pontualmente as 16h20, horário reconhecido na cultura canábica como hora de fumar. Proibida em 2011, a Marcha da Maconha teve aval do Supremo Tribunal Federal (STF) por considerar que todos têm direito à liberdade de expressão.

“Nós defendemos a legalização da maconha para três finalidades: uso medicinal, para pacientes com câncer, glaucoma; uso religioso, que garante a liberdade de algumas religiões afro-brasileiras que estão hoje impedidas de expressar sua liberdade religiosa; e uso cultural, que é o uso social que não causa males ao indivíduo”, disse o organizador da marcha Flávio Pompêo.

Para o organizador, a proibição do uso da maconha é equivocada, já que, segundo ele, registros históricos mostra que a cannabis é usada há mais de 3 mil anos. “ Achamos que a proibição é negativa, fortalece o crime organizado e causa mais males do que benefícios”, disse. A organização da marcha estima que mais de 3 mil pessoas participaram do protesto de hoje.

Durante a passeata, era notória a expressão de espanto de algumas pessoas. “ O mundo realmente está louco, como é que podem pedir uma coisa como essa?”, questionou a garçonete Lúcia Vieira, mostrando como outros, total despreparo sobre o tema.

Para que a Marcha da Maconha pudesse acontecer, o STF recomendou que não houvesse uso da droga, nem que houvesse apologia. Aos organizadores, coube notificar os participantes da recomendação.

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