quarta-feira, 25 de julho de 2012

Para evitar "calote", traficante vendia drogas no cartão


Em Cuiabá, um traficante protagonizou uma cena impagável, que mereceu destaque aqui no Planeta Maconha. Isto porque o mesmo  inovou no “ramo” e passou a vender drogas nos cartões de crédito, inclusive parcelado, e à vista no cartão de débito. É claro que o banco não sabia que a mercadoria que estava sendo vendida era drogas, mas o traficante sabia que com isso evitava os “calotes” e de ter que mandar executar usuários, mulas e atravessadores que compram drogas e não pagam.

Usando uma Lan House, instalada na Rua Alan Kardec, no bairro Santa Isabel, em Cuiabá, como “fachada”, o traficante guardava em casa, pelo menos 15 quilos de maconha que era vendida para pessoas que alugavam os computadores ou para aqueles que faziam encomendas.

Um homem conhecido vulgarmente como “Japão do Santa Isabel” de 24 anos, fugiu antes da chegada da Polícia. A mulher dele, identificada como Keziane Franciele Shinizu Ravedutti ,de 29 anos, ainda teria tentado abandonar um tablete de maconha, mas foi presa. Franciele nega o envolvimento com o tráfico de drogas.

No local, a Polícia Militar encontrou ainda cerca de 12 tabletes de maconha, uma balança de precisão, uma máquina de cartão de crédito. Franciele também  negou que na casa funcionasse uma “boca”, e que aceitava cartões de crédito e de débito.

A mulher foi transferida para a Central de Flagrantes do bairro Planalto para ser autuada em flagrante por crime de tráfico de drogas, e o o marido dela continua sendo procurado pela Polícia Militar.

O Boletim de Ocorrência também será encaminhado para a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Civil, para novas investigações.

Funcionário é demitido por fumar maconha

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) considera legítima a demissão por justa causa de um funcionário que fumou maconha no horário de almoço e fora da empresa. As informações são da colunista da BandNews FM, Mônica Bergamo.

Segundo a jornalista, os magistrados julgaram que houve mau comportamento do trabalhador, que quebrou relação de confiança com a empresa.

O funcionário, que trabalhava em uma indústria mecânica de Minas Gerais, venceu a causa no Tribunal Regional, mas foi derrotado no TST.

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