quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Marcha da Maconha em 5 de maio de 2012, no Rio de Janeiro (Por Dr. André Barros)

Em torno de 40 pessoas, representando os coletivos Growroom, Movimento pela Legalização da Maconha – MLM, Hempadão, Smoke Buddies, Planta na Mente, Rádio Legalize, Revista Tarja Preta, Horta Urbana, Marcha da Maconha de Niterói e a Igreja do Reino de Jah, decidiram, agora no dia 7, que a Marcha da Maconha do Rio de Janeiro será em 5 de maio de 2012. Vamos sair às 4:20 da tarde do Arpoador e terminar com uma grande festa no Coqueirão, próximo ao Posto Nove, Ipanema.

Será a primeira Marcha da Maconha garantida pelo Supremo Tribunal Federal, importante passo desse movimento mundial. Esta vitória foi conquistada na rua, com a força das teias das diversas redes que formam as marchas em todo o país. É a luta pela liberdade de poder fumar maconha em paz para todos os fins, plantar, industrializar, produzir, comercializar e não tomar tanto o tempo da polícia, num país onde 1 milhão de pessoas morreram por homicídio nos últimos 30 anos, em sua maioria jovens, negros, índios e pobres.

Nosso movimento sempre foi o maior barato, com alegria, irreverência, muita disposição e a consciência de que todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, como está garantido no inciso XVI do artigo 5º da Constituição Federal.



O Supremo Tribunal Federal, a quem compete, precipuamente, a guarda da Constituição do Brasil, decidiu que impedir a Marcha da Maconha é descumprir preceitos fundamentais da Carta Política da República. O Ministro Marco Aurélio Mello votou baseado no Ministro Celso de Mello, que em seu relatório e histórico voto registrou a importância desta ideia florescer.

Em 2009, a Marcha da Maconha do Rio de Janeiro denunciou à Procuradoria-Geral da República todas as decisões que impediram as marchas em diversas cidades brasileiras e, que, portanto, violaram garantias constitucionais. A Procuradoria moveu a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental que recebeu o número ADPF – 187 e ficou aguardando o julgamento pelo STF.

Em razão do covarde e abusivo ataque da polícia e da resistência da Marcha da Maconha de São Paulo em 2011, a Corte Suprema colocou a ADPF – 187 em pauta e decidiu, por 8 X 0, que a Marcha da Maconha estava garantida desde 1988, quando entrou em vigor a nossa atual Lei Maior. Esta vitória foi de todas as marchas proibidas no país e da força da Marcha da Maconha do Brasil. Maconheiros do Rio de Janeiro, no dia 5 de maio às 4:20 horas, uni-vos no Arpoador!


ANDRÉ BARROS, advogado da Marcha da Maconha


Fonte: http://maconhadalata.blogspot.com


1 comments:

Anônimo disse...

Gostaria de participar deste cannabico evento. Mais como moro em João Pessoa, não poderei estar no Rio para somar, junto com quem vai participar. Mais de qualquer maneira estarei enviando energia e pensamentos positivos, desde agora para que seja o evento do ano. E que a legalização seja já. E que a paz e o amor reinem soberanos neste 5 de maio e no coração de todos nós. Sou Lucadu.

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