domingo, 11 de março de 2012

EUA fazem pressão contrária, mas países da América Central querem a descriminalização das drogas


Não é novidade para ninguém que a tendência mundial é mesmo a descriminalização não só da maconha, mas das drogas. Contudo, os Estados Unidos ainda continuam a querer perpetuar a sua estratégia de guerra, que só faz gerar mortes e um grande derramamento de sangue financiado pelo dinheiro público, que claro, deveria ser gastado com muito, mas muito mais inteligência.

Em contrapartida ao pensamento americano, os países da América central já começam a pensar a situação de alguma outra forma. A principal tática dos presidentes destes países é adotar alguma forma de legalização ou descriminalização das drogas, para que se tire destas substâncias o valor estratosférico que elas ganham com a proibição e a repressão.

Porém esta semana, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden viajou à América Central, onde novamente o país do Tio Sam tenta convencer a todos que o melhor que se tem a fazer é continuar com a guerra aos entorpecentes. Segundo o político, o governo Barack Obama vai pedir ao Congresso mais de 107 milhões de dólares para que seja injetadas nesta guerra descomunal.

Adotando uma espécie de chantagem e lembrando as antigas parcerias entre EUA e Honduras, Biden tentou a qualquer custo fazer com que seu discurso nazista da repressão e da guerra fosse ouvido, além de insinuar que os EUA continuam empenhado em vencer a guerra contra o narcotráfico.

Contudo, mesmo com toda a pressão, o que me alegra é ver que os países que mais sofrem com o narcotráfico, já começam a enxergar a situação de uma outra forma, fazendo com que de uma maneira ou outra se coloque pressão contra a atual política adotada pelos Estados Unidos. Em tempos modernos, não dá mais para aguentar esse verdadeiro desperdício de vidas, que na verdade só contribuem para que bandidos e corruptos lucrem com o sistema das substâncias entorpecentes.

1 comments:

Macaco Natalino disse...

Interessante,mas não vejo relação entre a administração dos EUA e o Nazismo, embora as estratégias políticas de ambos serem espúrias.

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