terça-feira, 11 de setembro de 2012

Festival de Toronto traz Snoop Dogg 'versão rastafári'


Snoop Dogg trocou os tiroteios e as prostitutas de seus raps nervosos pela malemolência do reggae paz e amor, numa viagem espiritual à Jamaica devidamente documentada e turbinada por cigarros gigantes de maconha.

Seu nome agora é Snoop Lion --ou pelo menos até ele terminar de divulgar seu novo álbum, "Reincarnated".

"É apenas mais uma página do meu livro, por favor aproveitem", disse o rapper de 41 anos a jornalistas do Festival de Toronto, no Canadá, onde ele apresentou o documentário que leva o mesmo nome do disco e foi dirigido pelo editor da revista "Vice", Andy Capper.

"Não falo um só palavrão no disco todo. Eles [produtores] pediam para eu fazer uns raps no meio das músicas, mas eu não queria", disse Snoop, que, no entanto, não pretende abandonar o gênero por completo.

"Como artista, entendo o business. Se os fãs quiserem Snoop Dogg, eu vou dar a eles Snoop Dogg."

Famoso nos anos 90 pelos "gangsta rap", quando era chamado de Snoop Doggy Dogg, o rapper aparece no filme sempre vestido com conjuntos da Adidas, visitando comunidades pobres de Kingston (capital da Jamaica) e fazendo tours em Trench Town, nas casas onde moravam Bob Marley e Peter Tosh.

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