quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Algumas curiosidades que envolvem a maconha


O teor de concentração do THC na maconha depende de fatores como solo, clima, estação do ano época da colheita, condições de plantio e a genética da Cannabis. Isto é um dos fatores para a variação do efeito.

A ideia de que maconha mata neurônio não passa de um mito, uma vez que quando interrompido o uso, os neurônios voltam a funcionar normalmente.

A Cannabis Sativa pode ser usada para diferentes fins, sendo que suas fibras são substitutivas para vários produtos derivados do petróleo. O Biodisel, Por exemplo, é uma das vertentes que ganham muita força, por ser um combustível renovável.

A maconha é usada de forma terapêutica em vários países do mundo. A sua utilização é observada em tratamentos de câncer, glaucoma, dores crônicas, ansiedade, síndromes, entre outras doenças.

A maioria das pessoas que se utilizam da maconha para fins medicinais preferem vaporizar a erva ou ingeri-la através das inúmeras guloseimas a fumá-la.

A fome causada após o uso da maconha é advinda do bloqueio do receptor canabinoide que nós temos chamado de CB1, que é bloqueado pela inalação do THC. Desta forma, o CB1, que também controla a leptina – hormônio que inibe a fome – quando bloqueado, faz com que a leptina não se ative, daí causando a chamada larica.

Como qualquer droga psicoativa, o uso constante da maconha faz com que o seu usuário precise de doses maiores e mais potentes para ficar chapado, uma vez que o organismo cria uma tolerância ao THC.

A tendência mundial é que se descriminalize a maconha, uma vez que os países começaram a perceber que na guerra às drogas existe um grande investimento financeiro, mas sem retorno, já que a oferta e a demanda só aumentam.

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