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domingo, 29 de julho de 2012

Confira a segunda temporada do "Em busca dos tricomas dourados"


Domingo é dia de todo o trabalhador descansar. Para agitar este dia da semana, hoje, o blog Maconha da Lata exibe a segunda temporada do programa ‘em buscas dos tricomas dourados’, produzido pela galera do Pot in Rio TV , apresentado pelo nosso amigo e ativista Mandacaru, que manda super bem na gravação.

No filme vocês vão se deliciar com muita informação canábica de qualidade, começando com um bate-papo super alto astral com o Engenheiro de Produção Mário Márcio Pelajo, autor do livro Cannabis Anonymous, que mostra todo o poderio econômico da planta.

Dando sequência às filmagens, o nosso amigo vai poder encontrar uma excelente receita canábica, para fazer um delicioso filé de merluza, temperado com sal e limão e banhado em azeite de maconha, como toque final da receita.

Logo em seguida, você confere o ponto alto do filme, no qual o nosso apresentador Mandacaru entrevista o surpreedente Forester Grower, com a invenção que causou um grande estardalhaço no Pot in Rio. Trata-se de um equipamento de última geração, que contém câmeras e um sistema de automação para que você comande as ações do grow de qualquer lugar que você estiver, acessando seu smartphone.

Para finalizar a segunda temporada do programa, Joel Rufino dos Santos, historiador, bate um super papo, recheado de informações sobre a criminalização e a criminalização da maconha! Vale a pena assistir! Bom vídeo a todos os amigos! Lembrem-se que a informação é a nossa maior e melhor arma contra a ignorância alheia.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Legalização Regulamentada (Por Mário Márcio Pelajo)

O Brasil teria que abrir mão da exploração em massa do Pré-Sal, ou pelo menos da exploração para fins energéticos.

Com isso, haveria tempo e condições suficientes para o aperfeiçoamento de novas tecnologias nacionais, provenientes do investimento em educação e em pesquisas sobre a canábis e também sobre as explorações profundas de petróleo, que aumentariam como premissa da legalização regulamentada, com a arrecadação de impostos e reduções de gastos governamentais.

A verdade é que atualmente não existe tecnologia satisfatória do ponto de vista da segurança no trabalho no meio ambiente nas explorações de petróleo em grandes profundidades, como são as recentes descobertas brasileiras.

Por outro lado, não haveria mais a necessidade de se produzir tanto petróleo, já que não seria mais usado como combustível automobilístico. O petróleo seria explorado apenas para outros fins, diminuindo consideravelmente as probabilidades de novos acidentes ambientais no mundo. Isso fica claro com as recentes experiências ocorridas nos últimos anos, mostrando que esse modelo de produção maximizada, por causa de uma escassez na quantidade de alternativas de matéria-prima energética, acaba que por forçar as empresas e os governos a arriscarem atos inseguros nas explorações.

Seria necessário adotarmos outra premissa para a legalização regulamentada, que seria a garantia do investimento em pesquisas para otimização da conversão da planta em energia para todos os fins ou meios possíveis e não só para o transporte individual e de massa, bem como os estímulos ficais governamentais para tal.

É necessário repensar a política energética brasileira urgente. O Brasil, assim como a China, possui perdas de transmissão de energia na ordem de 20% de toda a produção nacional, por causa de equipamentos arcaicos ou obsoletos. Como podemos pensar em obras megalomaníacas para a energia, que inclusive destroem povos primitivos e culturais, se a perda existente é muito maior que uma eventual produção, por maior que sejam as hidrelétricas? Não faz sentido algum. Parece ser apenas mais um legítimo tráfico de influência pelo interesse econômico, que nos assombra há séculos.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional 
- A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular
- Os Estados Unidos da América e a Europa

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Os Estados Unidos da América e a Europa (Por Mário Márcio Pelajo)

Simultaneamente a indústria automobilística mundial entraria no ramo dos carros movidos a energia, seja de canábis ou não, quase que em sua totalidade, pois não haveria como o mercado americano ficar de fora dessa, já que o álcool deles é ainda menos viável que o que é produzido no Brasil, além do fato de que eles já tentam há décadas diminuir sua dependência do petróleo vindo do oriente médio.

De quebra ainda poderíamos ganhar um grande presente, que seria o alívio ou até mesmo o fim de tensões e guerras com os EUA e os países produtores de petróleo do Oriente Médio e da África. A indústria da guerra estaria fadada ao fracasso, isso mesmo, seria o tão aguardado fim da indústria bélica, ou mesmo sua redução ou encerramento total ou parcial de fábricas desse segmento de negócio.
Seria um grande impulso para os fazendeiros do país, grandes ou pequenos, além da redução dos custos governamentais com o protecionismo econômico na agricultura estadunidense.

Os Estados unidos precisam de uma solução para a crise interna, assim como a maioria dos países desenvolvidos europeus, como a Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Itália, Portugal, Irlanda, Grécia, dentre outros. Estão numa profunda crise crônica, com dívidas gigantes. Está claro que o problema é profundo e atualmente vivemos uma grande crise de liderança nesta região e em todo o mundo, com os líderes pensando de uma forma tão individual e protecionista que o real problema, que é coletivo, fica de lado. Parece até que não sabem a solução ou o tamanho dos problemas. Em problemas estratégicos o ser humano parece irracional.

Será que a canábis poderia ajudar? Tem cidade europeia querendo pagar as dívidas desta forma. Porque será que recusam e omitem tanto esta alternativa?

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional 
- A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Entrevista: Confira o bate papo com Márcio Mário Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous


Como de costume, o Maconha da Lata investe em entrevistas para cada vez mais informar o nosso leitor sobre o universo da Cannabis. No bate-papo de hoje, tivemos o prazer de conversar com o autor do livro “Canabis Anonymous”, Mário Márcio Pelajo, que expôs seus pontos de vista sobre este tema tão polêmico. Nesta conversa, Pelajo focou bastante nos benefícios da planta, como seu grande valor sustentável. Não deixe de conferir! Boa leitura!

Qual foi a principal motivação para que você resolvesse escrever o livro Canabis Anonymous e disponibilizasse a obra pela internet?

Desde criança sempre fui muito questionador, acho que por natureza. Tive uma educação de bastante qualidade, pois estudei nas melhores escolas da zona norte do Rio de Janeiro, mais precisamente nos bairros do Grajaú e do Méier. Isso só foi possível graças a tamanha dedicação e esforço dos meus pais. Tive uma educação de base quase que impecável, sendo sempre um dos melhores alunos da turma. Isso contribuiu para minha facilidade na expressão escrita. Paradoxalmente sou bastante tímido até hoje, inclusive tenho ainda algumas dificuldades em me expressar em público. Acredito que isso contribuiu ainda mais para meus auto-questionamentos, ao longo da minha vida. Sempre fui muito quieto. Sempre gostei muito de ouvir. Apesar de minha formação na área exata, tenho grande atração por assuntos como História, Geografia, Política, Economia, Cultura e meio-ambiente. Chegou um certo momento da minha vida, há uns 3 ou 4 anos atrás, em que estes assuntos se entrelaçaram na minha cabeça e eu percebi que a canábis tinha e tem relações com praticamente todos os problemas que vivemos, sendo inclusive, a grande solução direta e indireta para a maioria esmagadora deles, inclusive os mais importantes.

Para você, qual o principal motivo para a proibição da Maconha?

Uma espécie de escravidão do futuro, para possibilitar a concentração de renda na sociedade, pois a canábis é totalmente desconcentradora de renda. Suas propriedades são praticamente infinitas, baratas e naturais. Isso gera um efeito cascata na economia que só uma nova matéria-prima é capaz de fazer. Os maiores prejudicados seriam os grandes conglomerados econômicos que teriam que competir também com os novos pequenos e médios produtores de tecidos, remédios, combustíveis e fumo recreativo, dentre uma infinidade de outros produtos. Na verdade é até muito difícil encontrar algum produto que não possa ser fabricado a partir da canábis como matéria-prima. Este é o único motivo, que ao longo de décadas impactou na desinformação total da sociedade.

Quando se fala em descriminalizar ou mesmo legalizar a Maconha, existe algum país que você creia que pode servir de modelo para o Brasil?

Não. Todos os países do mundo, na minha opinião, estão muito longe do ideal. Eu acredito que o principal é que a planta seja usada como matéria-prima em seus infinitos possíveis fins, em benefício de toda a sociedade. Isso é o principal. Descriminalizar é importante, já é um primeiro passo rumo ao caminho certo. Mas é apenas o início da busca de regras para seu amplo uso. Isso com o tempo será inevitável, proporcional à consciência da população.

Explique como a legalização da maconha poderia influenciar nas políticas e na economia mundial, principalmente em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento:

A legalização regulamentada seria muito impulsionante para os países subdesenvolvidos. É uma grande geração de riqueza natural ao alcance de todos, ricos, médios e pobres. Basta ter um espaço. É possível até mesmo em apartamentos. Mas os imóveis rurais ficariam bem atraentes. A arrecadação governamental aumentaria muito e, se a legalização regulamentada tiver as premissas corretas, como por exemplo a estipulação de uma porcentagem mínima diretamente para a educação como forma de estímulo à prevenção de todas as drogas e ao desenvolvimento de novas tecnologias. Quanto à economia, seria a Quarta Revolução Industrial, como uma re-estruturação total do capital e consequentemente do poder, público e privado, no curto, médio e longo prazos.

Muito se relaciona a Cannabis à sustentabilidade. Em linhas gerais, quais os benefícios para o planeta se resolvermos estimular o plantio de Cannabis?

Este ponto é muito interessante, pois está totalmente claro que a humanidade está totalmente perdida neste 
assunto, e a verdade é que a produção obsessiva é considerada muito mais importante do que a preservação do meio ambiente. Há os que digam que para se preservar o meio ambiente é necessário reduzir a produção, ou seja, os dois assuntos são inversamente proporcionais. Essa afirmação é falaciosa, pois com os exemplos das propriedades da canábis já percebemos que podemos muito bem conciliar os dois assuntos. A verdade é que a legalização seria um grande impulso para a preservação do ambiente em que vivemos, deixando um mundo melhor para os nossos descendentes. A primeira vantagem é a menor área de plantio necessária para produzir a mesma quantidade de combustível ou manufaturas. Isso já disponibilizaria terreno para plantar mais combustível ou até mesmo outras coisas, como alimentos, cana-de-açúcar e soja. Com a entrada da canábis no mercado, os outros tipos de plantio podem muito bem continuar ou aumentar. Isso seria também um grande passo para o fim do desmatamento, que ocorre hoje principalmente por causa da dificuldade de aumentar as safras, em virtude do espaço, onde os grandes empresários do ramo invadem as áreas de floresta nativa para obtenção de solo. O aumento de safras sofre uma grande pressão governamental anualmente, diga-se de passagem. O desmatamento reduz a qualidade do ar que respiramos. A canábis é adaptável a climas quentes e frios. Nos climas quentes temos a vantagem de colher uma quantidade maior de safras, enquanto nos climas frios a vantagem de colher fibras com mais biomassa e mais resina. As vantagens de plantio nos climas quentes são maiores, no geral. A extração de madeira não seria mais necessária, pelo menos com essa grande demanda que temos hoje, pois a canábis, como já vimos, é uma matéria-prima muito superior à madeira provida dos eucaliptos, que são as árvores utilizadas para extração de madeira. O ciclo da canábis é bem menor que o do eucalipto, durando cerca de noventa a cento e vinte dias, algo parecido com a cana-de-açúcar mas, bem inferior aos outros concorrentes. A biomassa da canábis é maior que a de todas as outras plantas do mundo. As safras de canábis poderiam ser muito mais frequentes, principalmente se a tecnologia evoluísse ainda mais com a legalização regulamentada. A sazonalidade não teria tanto impacto assim, em virtude do tempo, da área necessária e dos mecanismos utilizados em cada safra, que são bem menores e/ou melhores. Outro ponto bem interessante é que para o plantio de canábis não é necessário qualquer tipo de pesticida, herbicida ou agrotóxico, acabando com a contaminação no solo proveniente destes produtos que são produzidos através do petróleo. A canábis não contamina o solo como todos os outros plantios, pois necessita apenas de pequenas doses de fertilizantes. Estas substâncias contaminam o solo, a água e os alimentos que todos nós consumimos, colocando em risco nossa saúde há muito tempo. Existem muitos outros benefícios, quando falamos em meio ambiente. A Erosão poderia ser combatida pela regeneração do solo. É muito interessante o fato de a canábis ser regeneradora do solo, portanto pode ser usada como regeneração verde da terra, no caso de outros tipos de plantações ou erosões. Pode afastar pragas e funcionar como barreira para elas entre campos de cultivo. A canábis possui um tipo de raiz que cresce para o fundo, à procura de estabilização. É possível o plantio com raízes bem próximas uma da outra.

Qual o papel educacional do Estado diante de uma possível legalização da Maconha?

Esse tema deverá ser muito bem controlado pelo Estado, principalmente pelo fato de que, como já vimos, a ingestão de canábis por menores de idade é um grande problema para o mundo, socialmente e intelectualmente. Teoricamente, o governo não quer que nenhuma substancia maléfica seja ingerida pela população, e está provado cientificamente que canábis faz mal para saúde, principalmente para menores de dezoito anos. Por isso devemos investir em prevenção de drogas nas escolas, ao invés de investir no ensino religioso, que mais parece uma escolha individual, e não para toda a sociedade. Agora, o traficante não, ele é o maior interessado em não haver qualquer tipo de regra para o consumo, como na prática hoje não há. O traficante vai fazer de tudo para os nossos filhos ficarem viciados. Por isso, com a canábis legalizada e regulamentada, quem toma conta do assunto é o governo, controlando o acesso a substância.



Porque quais motivos você acredita que a medicina brasileira seja ainda muito contrária ao uso da maconha?

Os cursos de medicina, por todo o mundo, possuem uma quantidade muito pequena de disciplinas relacionadas à nutrição e botânica, com muito pouco tempo destinado a esses aprendizados tão importantes. Existem três motivos que fazem com que os médicos não receitem a canábis como medicamento. O primeiro é o fato de que eles sofrem as mesmas influências que nós sofremos, cotidianamente, com informações falsas ou tendenciosas. A segunda razão é histórica, pois médicos ocidentais não tem o costume de receitar fitoterápicos, que é uma prática mais atrelada à medicina oriental. A terceira é a lei, pois muitos sabem das propriedades terapêuticas, mas sentem medo de repressões. Pergunte sobre o assunto ao seu médico, alguns já estão mais abertos ao diálogo sobre o tema.

Por favor, deixe uma mensagem para os leitores do Maconha da Lata:

Aos amigos do Maconha da Lata, deixo meus sinceros votos de muita sorte, amor e dedicação, na certeza que muitas portas no futuro se abrirão para toda a sociedade.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular (Por Mário Márcio Pelajo)

Com a legalização regulamentada, ficaria muito interessante entrar nesse negócio e, quanto mais rápido, mais oportunidades de desenvolvimento e de largar na frente dos concorrentes.

Seria o oposto do movimento-pendular que vimos ao longo da história, quando as pessoas deixavam suas cidades e famílias em busca de uma vida nova e mais próxima nos grandes centros urbanos. Desta vez seria o contrário. Ficaria muito interessante morar no campo, principalmente nas áreas menos valorizadas, havendo uma desconcentração nos valores dos imóveis, com uma grande migração para o campo progressivamente.

Isso traria um grande desenvolvimento para as áreas rurais, com infra-estrutura e novos serviços. Os imóveis nas cidades grandes ficariam mais baratos, ao contrário das áreas rurais, que enfrentariam um período de especulação imobiliária. Mas seria muito saudável a migração de pessoas para o campo, desconcentrando renda e gerando riqueza e empregos nas áreas rurais.

Com o desenvolvimento progressivo das áreas rurais a tendência seria de uma redução da violência, que atualmente atormenta o campo, principalmente com crimes brutais, pois além da riqueza privada que seria atraída para o campo, a riqueza pública também seria direcionada, com o maior número de habitantes, impactando diretamente nos investimentos diretos, incluindo a segurança pública.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A Canábis e a Estrutura Educacional (Por Mário Márcio Pelajo)

E os países que ainda não possuem estrutura educacional? Esses países correm mais riscos de incidência de novos usuários com a canábis proibida do que liberada e regulamentada. Quando o comércio é controlado, o acesso aos grupos de pessoas que precisam ser protegidas da canábis é mais difícil, como por exemplo as crianças, pois quem controla é o governo, que quer seu bem, enquanto o traficante quer seu mal. O traficante quer viciar nossos filhos e o governo não.

A porcentagem dos usuários de canábis que começam o uso antes da formação total do cérebro, fato que é ruim para qualquer tipo de droga lícita ou ilícita, ou seja, antes dos dezoito anos, é altíssima, e isso é bem preocupante, pois os menores de idade são um grande grupo de risco da canábis. Temos que mudar a estratégia urgente.

Com a tributação poderíamos investir muito mais em prevenção de drogas nas escolas públicas de ensino fundamental, que é o ensino mais importante de todos na vida do ser humano. A ciência hoje diz que quando um indivíduo é exposto a canábis na infância ou na adolescência, ele fica mais propício ao uso de outras drogas, enquanto no adulto isso não acontece. Crianças e adolescentes devem ser muito bem protegidos da canábis.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Canábis e o Emprego (Por Mário Márcio Pelajo)

Todos sabem que as condições de trabalho no mundo não são boas, não só para os trabalhadores de hierarquia mais baixa como também para os de hierarquia mais alta. A verdade é que as condições estão muito aquém do necessário para uma vida com qualidade, na maioria dos países, por diversos motivos.

No caso dos trabalhadores com baixo nível de instrução, os empregos normalmente são bem pesados, com o uso de mão-de-obra manual. Isso é muito estressante para eles, bem como cansativo, e nada saudável. Qualquer profissional de recursos humanos sabe dos problemas relacionados à coluna vertebral e das lesões por esforços repetitivos, por exemplo. A legalização regulamentada da canábis com uma consequente evolução da tecnologia poderia resolver esse problema, mesmo que parcialmente, com a criação de novas técnicas que diminuíssem o trabalho braçal. Aumentaria muito a qualidade de vida dos trabalhadores menos instruídos.

No caso dos trabalhadores de maior nível de instrução, haveria uma alteração na barganha referente ao relacionamento entre o trabalhador e as empresas, que se tornariam menores, pois como este tipo de trabalhador esteve sempre acostumado a trabalhar com o intelecto, com as novas possibilidades e oportunidades existentes, ele não hesitaria em pensar um pouco mais na possibilidade de tentar o empreendedorismo, principalmente por causa das novas possibilidades ou portas abertas. Os custos para ser um empreendedor seriam mais baixos que atualmente, pois os custos de matéria-prima seriam bem mais baixos. Essas relações mudariam bastante e o trabalhador seria mais respeitado pelas empresas.

Abririam muitas oportunidades de emprego também, em consequência da diminuição do tamanho das empresas, pois a tendência seria a diminuição e extinção dos grandes grupos empresariais, com o surgimento de uma infinidade de microempresas para suprir esse mercado. As microempresas são e sempre foram responsáveis pela maior parte dos empregos.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Canábis - A Quarta Revolução Industrial! (Por Mário Márcio Pelajo)

Apesar da canábis provocar malefícios para o organismo humano, ela ao mesmo tempo provocaria direta e indiretamente um bem imensurável para todo o mundo e toda a humanidade, no curto, médio e longo prazos. Seria uma nova Era Mundial, com grandes mudanças e uma transformação total do mundo. A Quarta Revolução Industrial! Carvão na Primeira, Petróleo na Segunda, Internet na Terceira e Canábis na Quarta. A canábis é a melhor alternativa como matéria-prima, em todos os aspectos, com inúmeros benefícios e vantagens, para milhares de produtos!

Existe uma infinidade de interesses por trás da canábis, que foi historicamente marginalizada propositalmente com o intuito de esconder uma grande verdade, que é a existência da melhor e mais completa matéria-prima renovável, barata e versátil do planeta. Isso mesmo, é uma matéria-prima muito melhor do que o petróleo, do ponto de vista sustentável, econômico, social e inflacional.

Com a grande desconcentração de renda ao longo da Quarta Revolução Industrial, seria uma tendência a igualdade na renda dos indivíduos, no longo prazo, diminuindo a desigualdade social entre os continentes e países, tornando a renda das pessoas mais ricas e mais pobres mais próxima. Para existirem pessoas muitos ricas, devem haver pessoas muito pobres para manter o alto padrão de vida delas. Não é que não poderiam haver pessoas ricas no mundo sem existir os pobres, até poderia, o que fica muito difícil é existirem pessoas com fortunas praticamente incalculáveis sem existirem pessoas na miséria.

Veja Também:  A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão (Por Mário Márcio Pelajo)

Com o fim da desigualdade social e da pobreza, ou pelo menos a redução delas, haveria uma clara tendência a diminuição da escravidão no mundo, bem como dos subempregos e dos salários abaixo da linha da miséria.

Os países subdesenvolvidos, aqueles que costumamos ler nas etiquetas de nossas camisas de marca, praticam a escravidão ou a semi-escravidão há muito tempo, sem qualquer tipo de condição mínima humana para o trabalho e, muitas vezes, o trabalhador vive com sua própria família no local onde trabalha, em péssimas condições humanas.

Com a redução do custo de plantio todos os países poderiam aumentar as plantações, o que ocasionaria uma maior oferta de empregos, com melhores condições de trabalho. Haveria também um aumento no salário do trabalhador, pois a procura por empregos seria menor.

Esse tipo de gente que ainda comete esta prática medieval em pleno século XXI, que não se importa com as condições e direitos humanos, estaria obrigada a aumentar o salário do trabalhador no curto prazo. Caso contrário, o trabalhador encontraria facilmente uma porta mais fraterna com melhor salário. A tendência seria o fim da escravidão e uma melhoria nas condições de trabalho e nas relações entre os trabalhadores e os empregadores.

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.
 
 

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