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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Seria o LSD o combustível dos bilionários?

Quer desenvolver sua criatividade nos negócios?

Adivinhem? Alucinógenos ajudam a estimular a criatividade. Isso pode não ser uma surpresa para muitos de vocês, mas para aqueles não são muito familiarizados com alucinógenos como o LSD, cogumelos mágicos, e DMT, é uma grande revelação. Quando você considera que a criatividade pode fazer a diferença entre o fracasso completo e fazer bilhões no mundo dos negócios, é de admirar as pessoas estarem começando a se interessar - como bilionários do Vale do Silício a ser conhecidos por tomarem alucinógenos em uma base regular para ajudar a expandir as suas ideias.

Se você precisar de um exemplo, não procure mais do que Steve Jobs, o bilionário de sucesso da Apple. Ele era bem conhecido por tomar LSD regularmente, e colocou a inspiração para muitas de suas idéias diretamente ligadas ao LSD - sem LSD, o mundo seria um lugar muito diferente!

A idéia de que os alucinógenos poderiam estar por trás de alguns dos maiores negócios e avanços tecnológicos do século passado ganhou tanto interesse, que a CNN fez um vídeo, explorando a questão mais profundamente. Como foi dito no vídeo, alucinógenos são a gasolina no fogo da criatividade - por isso a sua legalização (e utilização (em contextos legais, claro)), deve definitivamente ser incentivada!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Os argumentos para proibir a maconha são mais fortes que argumentos para legalizar? Debata

cannabis medicinalO ano de 2014 pode ser no mínimo considerado o primeiro passo do Brasil rumo à mudança nas leis de drogas, principalmente quando o assunto é maconha. Isso porque o nosso vizinho, Uruguai legalizou geral por lá e o assunto ressoou por aqui. Tudo isso porque primeiramente parlamentares brasileiros se prontificaram a rebater a atitude do Uruguai, dizendo que foi um ato errado que favorece o consumo das drogas. Por outro lado, governantes uruguaios dizem que os brasileiros que estão precipitados, pois essa seria a forma correta de tirar o poder do comércio do narcotráfico. 

Por essas razões, a Constituição de Direitos Humanos (CDH) e Comissão de Justiça (CCJ) realizaram sessões no Senado Federal para debaterem o tema, sob a presidência do Senador Cristovam Buarque. Que já enviou seu relatório à comissão, pedindo urgência na regulamentação do uso da maconha medicinal, e que continuassem o debate sobre o uso recreativo.

Mas afinal, você sabe quais são os principais argumentos que cada lado usa para defender seu ponto de vista? De que lado você está? Veja 5 argumentos mais comuns usados pelos defensores ou proibicionistas e debata com seus amigos e familiares qual seria o melhor caminho para o Brasil.

Argumentos contra a legalização/regulamentação/legalização:

  1. "Qualquer forma de liberação facilita o consumo por parte dos jovens."
  2. "A legalização não acabaria com o tráfico."
  3. "Liberando teríamos mais viciados jogados nas ruas por falta de clínicas."
  4. "Fumar maconha causa esquizofrenia."
  5. "Liberar maconha medicinal é desculpa para quem quer fumar por diversão ter acesso mais fácil."
Argumentos a favor da legalização/regulamentação/legalização:

  1. "Somente regularizando seria possível controlar o acesso dos jovens às drogas."
  2. "A tomada deste mercado por empresas responsáveis tiraria a força do tráfico."
  3. "Taxando e cobrando impostos, poderiam criar novas clínicas públicas para tratar dependentes."
  4. "Fumar maconha é direito de qualquer cidadão adulto, por livre e espontânea vontade."
  5. "Maconha medicinal é o único remédio que funciona para muita gente."
Pois bem, basicamente esses são os 5 argumentos que mais entram em confronto durante as discussões sobre mudanças na lei de drogas no Brasil, principalmente se tratando do assunto maconha. E de fato não é preciso raciocinar muito para saber que os argumentos usados contra a legalização não são muito verdadeiros quando são tirados das palavras dos proibicionistas e colocados em prática.

Afinal, qualquer jovem pode comprar maconha ou qualquer droga ilícita, independentemente da idade, afinal o traficante não tem qualquer obrigação com a lei, ele é um fora da lei, então pagando o quanto ele pede, ele entrega o produto, sem pensar nas conseqüências para quem irá consumir. Agora, uma loja de bebidas, por exemplo, tem total responsabilidade sobre os produtos que vende, e antes de vender uma garrafa de bebida alcoólica, o comerciante solicita a confirmação de idade através do documento de identidade. O mesmo deveria acontecer com a maconha e outras drogas.

O mercado das drogas é impossível de ser proibido, pois quem quer usar droga vai comprar aonde tiver, e se for o mercado negro o único fornecedor do produto que ele quer usar, é lá mesmo que ele irá comprar, ou seja, irá dar seu dinheiro para traficantes fortalecerem suas armas e assim trazerem mais perigo para os cidadãos de bem e também para as forças policiais. 

A cobrança de impostos sobre cada venda de maconha no comércio, geraria uma nova fonte econômica que poderia ser usada para o tratamento de dependentes químicos de qualquer substância, além de cortar os gastos com força policial para prender e abordar maconheiros nas ruas ou praias do país. Ou seja, deixaria de gastar com o desnecessário e ao mesmo tempo geraria dinheiro para melhorias no país, inclusive para campanhas contra o uso de drogas.

Não existem estudos que possam de fato concluir que a maconha causa esquizofrenia, apesar de muitos profissionais aparecerem na mídia dizendo absurdos desses como se fossem comprovados cientificamente. Por outro lado, estudos surgem todos os dias, com fontes confirmadas, sobres os benefícios medicinais, tanto físicos quanto mentais, do uso da cannabis. Além disso, o álcool e cigarro também fazem mal, mas qualquer cidadão adulto que queira consumir, tem esse direito e compra em uma loja, sabendo do mal que está fazendo a si próprio.

legalização da maconhaO último argumento é o principal e é imediato. Regulamentar a produção e consumo de maconha medicinal é fundamental para milhares de pessoas no Brasil. Desde crianças até idosos, desde cólicas menstruais até casos raros e graves de epilepsia. Pessoas estão morrendo todos os dias por não terem informação e nem acesso à maconha medicinal. Outro assunto que deve ser regulamentado, é o cultivo caseiro de maconha para aquelas pessoas que quiserem consumi-la como remédio, pois a importação é extremamente custosa e burocrática, o que já impossibilita o acesso aos mais humildes. 

Então, de que lado você está? É bom saber que muitos dos conceitos antigos criados a respeito da maconha, são meramente preconceituosos e sem fundamentos, então informação é sempre o melhor remédio. Pense a respeito e discuta.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Estudo com MDMA tentará ajudar adultos autistas

Psicodelia e Estudos PsicodélicosA Associação Multidisciplinar de Estudos Psicodélicos quer ver se a ansiedade social em adultos autistas pode ser tratada com terapia de MDMA.

Associação Multidisciplinar de Estudos Psicodélicos (MAPS) está esperando para realizar um estudo sobre como a droga MDMA, também conhecido como Molly e ecstasy, poderia ser usado para ajudar os adultos autistas com ansiedade social.

Segundo a organização, o Painel Consultivo de Investigação da Califórnia e o Conselho de Revisão Institucional no Harbor-UCLA Medical Center, em Los Angeles, o Intituto de Pesquisa Biomédica deu à pesquisa uma sinal verde.

A Drug Enforcement Administration ainda tem que aprovar as licenças de projetos e emissão para o uso de uma droga de Classe I.

O estudo da MAPS vai investigar o potencial de tratar a ansiedade social com a terapia assistida por MDMA.

"Atualmente não há tratamentos farmacológicos aprovados pelo Departamento de Drogas dos EUA para adultos autistas com ansiedade social, e os medicamentos anti-ansiedade convencionais não têm eficácia clínica nesta população", de acordo com a proposta da MAPS sobre o estudo.

estudo sobre drogasSerá um passo gigantesco para a humanidade, afinal as drogas são vistas apenas como meios de jovens ficarem doidões, principalmente as drogas psicodélicas, e por isso são rejeitadas por grande parte da sociedade mundial. Mas sabemos que a humanidade sempre usou substâncias psicotrópicas, o que tem que fazer algum sentido, e é claro que as drogas tem maior utilidade do que um simples barato, basta licenciarem os estudos em todo o mundo para descobrirmos seus verdadeiros potenciais sobre a mente e corpo humano.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A legalização das drogas combate os carteis do narcotráfico


A “guerra às drogas” é fracassada e não consegue combater a oferta e a demanda das drogas. Após mais de 40 anos de proibição, várias nações começam a pensar em uma nova solução para o problema, privilegiando o conceito de redução de danos, que prevê uma nova perspectiva para a situação. Uma das ações da redução de danos é a legalização das drogas, que ganham um grande valor econômico no mercado negro, justamente por sua ilegalidade. Quando se trata da maconha, a redução de danos ainda é mais visível, já que por ser uma droga leve, as tragédias acontecidas pela repressão são catastróficas.

Para se ter uma ideia, no ano passado, em estudo publicado recentemente, o instituto estima que os carteis mexicanos perderiam cerca de US$ 1,4 bilhão por ano - dos US$ 2 bilhões que faturam anualmente com o tráfico da maconha nos EUA, caso a maconha fosse legalizada como nos estados de Washington e Colorado.

É claro que, segundo apontam analistas, restaria ainda aos narcotraficantes o comércio ilegal de cocaína, que rende cerca de US$ 2,4 bilhões por ano, e os carteis, provavelmente, começariam a explorar outras atividades ilegais para tentar recuperar as perdas. No entanto, um golpe de US$ 1,4 bilhão é muito mais do que a guerra às drogas de Washington jamais conseguiu em toda a sua história.

Acredita-se que de 40% a 70% da maconha consumida nos EUA seja cultivada no México, país que vem realizando um esforço gigantesco para controlar o tráfico. Desde 2006, quando o presidente Felipe Calderón, pressionado pelos EUA, declarou guerra às drogas, cerca de 60 mil pessoas morreram em razão da violência.

O desastre fez com que muitos no México, incluindo os ex-presidentes Vicente Fox e Ernesto Zedillo, pedissem uma revisão da política do atual governo. O presidente eleito, Enrique Peña Nieto, que assume dia 1.º de dezembro, também mostrou insatisfação, embora tenha prometido manter a repressão.

domingo, 11 de novembro de 2012

A legalização das drogas é mais saudável para a sociedade


A ideia de que o Estado não deve interferir na liberdade de escolha do indivíduo, essência do liberalismo, é a base da argumentação daqueles que defendem a legalização das drogas. Apesar de até então parecer longe de se transformar em realidade, já que antes seria necessário rever os acordos internacionais sobre drogas, a proposta de legalização das drogas se apoia em dados consistentes e a tendência mundial é que adote esta nova perspectiva.

O primeiro é que, a legalização das drogas, e, consequentemente, a legalização do mercado de drogas, levaria a desmobilização do crime organizado e da rede associada ao tráfico. Estima-se que grupos criminosos perderiam sua fonte de receita e sua capacidade de corromper autoridades e de aliciar jovens e novos usuários. Com o mercado legalizado, também se perderia o estigma de que a maconha é a porta de entrada para outras substâncias entorpecentes.

Mais que isso, o cálculo é de que se economizariam recursos, hoje destinados à repressão, suficientes para tratar os danos à saúde física e mental causados pelo consumo. Um estudo de 2008 do economista Jeffrey A. Miron, da Universidade de Harvard, estimou que a legalização das drogas e a formalização do mercado das drogas injetariam US$ 76,8 bilhões por ano somente na economia dos Estados Unidos. Desse total, US$ 44,1 bilhões seriam poupados de ações policiais do Estado. Outros US$ 32,7 bilhões poderiam ser arrecadados na forma de impostos.

A legalização das drogas é muito mais do que apenas um debate atual é em suma muito importante para a sociedade, que sofre as consequência do narcotráfico, que por sua vez, tem sua base financeira estabelecida diante da venda de entorpecentes. Até hoje, a guerra às drogas não conseguiu diminuir nem a oferta muito menos a demanda da maconha ou qualquer outra substância ilícita, então por que não legalizar e assumirmos que a “guerra às drogas” é um verdadeiro fracasso?

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Comissão Global de Política sobre Drogas decreta o fracasso da guerra ás drogas

Fernando Henrique Cardoso esteve na quarta-feira passada em Varsóvia, junto com a Comissão Global de Política sobre Drogas (CGPD), onde o sociólogo exerce o cargo de presidente da instituição, para decretar o fracasso da Guerra às drogas, idealizada e patrocinada ao longo de décadas pelos Estados Unidos.

"A guerra mundial contra as drogas está propagando a pandemia de Aids entre as pessoas que usam drogas" e que relutam em procurar tratamento por medo de serem presas, declarou esta comissão em um comunicado divulgado durante uma reunião a respeito do impacto das drogas sobre a saúde pública no Leste Europeu.

"As medidas repressivas e de criminalização tomadas contra os produtores, os traficantes e consumidores de drogas ilegais, além de caras, claramente fracassaram em reduzir a oferta e o consumo", acrescentou.

Segundo a CGPD, a produção global de substâncias derivadas do ópio, tais como a heroína, aumentou mais de 380% em 30 anos, passando de "mil toneladas em 1980 para mais de 4.800 toneladas em 2010", apesar do forte aumento dos meios utilizados para combater o tráfico de drogas.

Fernando Henrique Cardoso pediu aos governos que "experimentem diferentes formas de regulação de drogas como a maconha, como já foi feito com o tabaco e o álcool". Ao ressaltar que regular não significa legalizar, ele defendeu "todos os tipos de restrições e limitações à produção, ao comércio, à publicidade e ao consumo de uma substância, para retirar todo o seu prestígio, desencorajar a sua utilização e para controlá-la". "Os viciados podem fazem mal a si mesmo e às suas famílias, mas não é prendendo que vamos ajudá-los", acrescentou.

O ex-presidente colombiano César Gaviria acredita que a solução seria "pegar o orçamento (anti-drogas) que os países gastam nas prisões e na polícia, para injetar na prevenção". "Na Colômbia, em Medellín e Bogotá, por exemplo, agimos em campanhas de prevenção (...) com as famílias, com os professores, que são igualmente favoráveis à prevenção", afirmou à imprensa, ressaltando os progressos registrados nas cidades dominadas pelos cartéis.

Entre os membros desta comissão, figuram além do ex-presidente do Brasil e do México, personalidades como o escritor peruano Mario Vargas Llosa e o diretor do grupo Virgin, Richard Branson.

 
 

NÃO COMPRE, PLANTE!

 

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