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domingo, 18 de maio de 2014

Fechamento semanal do Blog Maconha da Lata

Blog Maconha da Lata
Bom domingo para meus caros leitores do Blog Maconha da Lata. Hoje é dia de fechamento semanal. Por aqui você poderá acompanhar todas as notícias que se passaram essa semana no blog, basta clicar na notícia que quer ler e pronto, fácil né? Falamos nessa semana sobre a polêmica na Liga de Futebol Americano, NFL, que quer banir um de seus maiores jogadores por fumar maconha. Tem isso e muito mais notícias do mundo inteiro, clique e veja.

Segunda-feira, 12 de Maio de 2014
Quarta-feira, 14 de Maio de 2014
Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

domingo, 12 de janeiro de 2014

Fechamento semanal do Blog Maconha da Lata

Blog Maconha da Lata
Bom domingo para meus caros leitores do Blog Maconha da Lata. Hoje é dia de fechamento semanal. Por aqui você poderá acompanhar todas as notícias que se passaram essa semana no blog, basta clicar na notícia que quer ler e pronto, fácil né? Falamos nessa segunda semana do ano sobre as leis americanas que começaram a valer agora em 2014 e as que foram aprovadas nesse início de ano, e que provavelmente todo o país norte americano irá seguir.

Segunda-feira, 06 de Janeiro de 2013
Quarta-feira, 08 de Janeiro de 2014
Quinta-feira, 09 de Janeiro de 2014

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Cânhamo foi legalizado na Califórnia

maconha ou cânhamo legalizadoO Governador Jerry Brown assinou oficialmente a  Ação do Cultivo de Cânhamo Industrial na Califórnia (SB 566), a verdadeira legalização do cânhamo no Estado da Califórnia, EUA.

"Estamos muito satisfeitos por ter a assinatura", diz o senador Mark Leno, o principal patrocinador da proposta. "Tem sido um esforço de 10 anos para chegar aqui. [A aprovação da Lei do Senado 566] vai ajudar a sustentar a agricultura familiar na Califórnia para o futuro e, provavelmente, criar mais oportunidades de emprego. O cânhamo é uma indústria de US $ 500 milhões por ano na Califórnia, e está crescendo em 10 por cento ao ano ".

O senador Leno continua: "Esta é uma planta milagrosa que tem servido o planeta Terra bem , por literalmente, milênios, e que agora vai permitir legalmente a fabricação e venda de milhares de produtos de cânhamo, incluindo alimentação, vestuário, abrigo, papel, combustível, todos os produtos biodegradáveis​​. É renovável a cada 90 dias, cresce sem herbicidas, pesticidas e fungicidas, e precisa de menos água do que o milho. Trata-se da definição de sustentabilidade. "

A nova lei legaliza o cânhamo - definido como tendo 0,3% ou menos THC - permitindo aos agricultores para que se tornem licenciados com o Estado para cultivar o cânhamo para fins privados, ou industrial. Com a aprovação da proposta, a questão da lei federal ainda está em questão, mas com o recente anúncio do governo de Obama que eles não vão cumprir a lei federal em estados que legalizarem a maconha, o senador Leno não está preocupado.

"Eu tenho muita confiança em uma declaração recente do procurador-geral Eric Holder", diz Leno. "Ele disse que, se um Estado põe em prática um subsídio legal e sistema regulatório da maconha, que o governo federal não iria interferir. Agora, precisamos de esclarecimentos entre cânhamo e maconha, mas não há nenhuma maneira que isso poderia ser interpretado que o cânhamo seja excluído, uma vez que o cânhamo não é uma droga."

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Chegou a hora da maconha ser legalizada!

maconha legalizada - maconha legal
Um dos argumentos principais dos proibicionistas é que maconha"faz mal à saúde" e claro, poderiam estar certo ou levados em consideração, se realmente for provado pelos pesquisadores  que a maconha faz muito mal à saúde a ponto de ter a sua proibição justificada. Nesse sentido, todos os paralelos possíveis com substâncias vendidas normalmente no mercado são cabíveis, porque é a partir da proibição ou legalização de outros produtos que se cria a linha imaginária do que é prejudicial e aceitável, e do que é prejudicial e inaceitável dentro de uma sociedade, como é o caso claro do tabaco e da cerveja.

O cigarro é possivelmente o maior produto prejudicial e aceitável que existe no Brasil (levando-se em consideração a disseminação do seu uso). Nem por isso, o tabaco foi proibido e seus usuários tratados feito bandidos. O que houve foi uma maior conscientização da população, a partir de campanhas do governo, que por sua vez não proibiu o uso do tabaco em si, mas restringiu o seu uso em alguns lugares, como é o caso de locais fechados, como restaurantes e bares. O resultado foi bastante positivo, já que se conseguiu diminuir bastante a incidência do uso de tabaco principalmente pelos adolescentes e jovens.

Já com o álcool a questão é um pouco diferente, já que esta substância é bem aceita não só pelos brasileiros, mas também por uma boa parcela de outros países do mundo. Em suma, mesmo que o álcool seja responsável por algo que gira em torno de 4% das mortes no mundo, a sua proibição seria completamente trágica, como já aconteceu outrora, nos anos 20 e que serviu apenas para a glamorização e o aumento do poderio dos traficantes de álcool, da bandidagem, além dos seus respectivos mercados negros.

Se compararmos álcool e maconha, veremos que a maconha é largamente menos ofensiva que o álcool, o que torna quase incabível uma planta que tem cientificamente provadas suas propriedades medicinais simplesmente ser achincalhada por um governo repressor, que segue uma política americana fracassada, que trás mais danos para a própria sociedade do que o consumo das substâncias ilícitas em si.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Legalização Regulamentada (Por Mário Márcio Pelajo)

O Brasil teria que abrir mão da exploração em massa do Pré-Sal, ou pelo menos da exploração para fins energéticos.

Com isso, haveria tempo e condições suficientes para o aperfeiçoamento de novas tecnologias nacionais, provenientes do investimento em educação e em pesquisas sobre a canábis e também sobre as explorações profundas de petróleo, que aumentariam como premissa da legalização regulamentada, com a arrecadação de impostos e reduções de gastos governamentais.

A verdade é que atualmente não existe tecnologia satisfatória do ponto de vista da segurança no trabalho no meio ambiente nas explorações de petróleo em grandes profundidades, como são as recentes descobertas brasileiras.

Por outro lado, não haveria mais a necessidade de se produzir tanto petróleo, já que não seria mais usado como combustível automobilístico. O petróleo seria explorado apenas para outros fins, diminuindo consideravelmente as probabilidades de novos acidentes ambientais no mundo. Isso fica claro com as recentes experiências ocorridas nos últimos anos, mostrando que esse modelo de produção maximizada, por causa de uma escassez na quantidade de alternativas de matéria-prima energética, acaba que por forçar as empresas e os governos a arriscarem atos inseguros nas explorações.

Seria necessário adotarmos outra premissa para a legalização regulamentada, que seria a garantia do investimento em pesquisas para otimização da conversão da planta em energia para todos os fins ou meios possíveis e não só para o transporte individual e de massa, bem como os estímulos ficais governamentais para tal.

É necessário repensar a política energética brasileira urgente. O Brasil, assim como a China, possui perdas de transmissão de energia na ordem de 20% de toda a produção nacional, por causa de equipamentos arcaicos ou obsoletos. Como podemos pensar em obras megalomaníacas para a energia, que inclusive destroem povos primitivos e culturais, se a perda existente é muito maior que uma eventual produção, por maior que sejam as hidrelétricas? Não faz sentido algum. Parece ser apenas mais um legítimo tráfico de influência pelo interesse econômico, que nos assombra há séculos.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional 
- A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular
- Os Estados Unidos da América e a Europa

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

RIO + 4:20 (Por Dr. André Barros)

No campus da Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no lindo bairro da Urca, aonde vai se estabelecer o acampamento da Juventude da Cúpula dos Povos, às 16:20 hs do dia 16 de junho de 2012, vai rolar a "RIO + 4:20". Coletivos e ativistas que lutam pela legalização da maconha no Brasil e no Mundo vão apresentar à "RIO + 20" a proposta de uma sociedade consciente, criativa, pacífica e reflexiva, menos individualista, consumista, estressada e apressada. A legalização da maconha representa a comunidade humana curtindo coletivamente a flor da planta fêmea em várias rodas da paz.

Esse mundo consumista marcado pela ostentação e pautado pelos velozes e luxuosos automóveis não interessa aos maconheiros. Pelo contrário, eles desprezam esse sistema careta, corrupto, hipócrita e violento, tomado de preconceitos, que classifica a planta da paz como erva maldita. Nossa contribuição é mostrar a verdadeira face dos mitos e das motivações racistas da violência contra uma flor.

Atualmente, a planta da paz é usada por essa cadeia de corrupção protegida e disputada pelo tráfico de armas. Como é a substância proibida preferida, usada pelo mercado ilegal para introduzir outros produtos mais rentáveis e mais fáceis de comercializar, a legalização da maconha vai quebrar uma parte fundamental da estrutura da guerra às drogas.

A Cúpula Cannábica vai debater a importância da maconha para fins sociais e ambientais, visando ao desenvolvimento sustentável da paz.

ANDRÉ BARROS, advogado da Marcha da Maconha

"Curta" a página do Dr. André Barros no Facebook:
http://www.facebook.com/advogadoandrebarros

FONTE: http://maconhadalata.blogspot.com

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Os Estados Unidos da América e a Europa (Por Mário Márcio Pelajo)

Simultaneamente a indústria automobilística mundial entraria no ramo dos carros movidos a energia, seja de canábis ou não, quase que em sua totalidade, pois não haveria como o mercado americano ficar de fora dessa, já que o álcool deles é ainda menos viável que o que é produzido no Brasil, além do fato de que eles já tentam há décadas diminuir sua dependência do petróleo vindo do oriente médio.

De quebra ainda poderíamos ganhar um grande presente, que seria o alívio ou até mesmo o fim de tensões e guerras com os EUA e os países produtores de petróleo do Oriente Médio e da África. A indústria da guerra estaria fadada ao fracasso, isso mesmo, seria o tão aguardado fim da indústria bélica, ou mesmo sua redução ou encerramento total ou parcial de fábricas desse segmento de negócio.
Seria um grande impulso para os fazendeiros do país, grandes ou pequenos, além da redução dos custos governamentais com o protecionismo econômico na agricultura estadunidense.

Os Estados unidos precisam de uma solução para a crise interna, assim como a maioria dos países desenvolvidos europeus, como a Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Itália, Portugal, Irlanda, Grécia, dentre outros. Estão numa profunda crise crônica, com dívidas gigantes. Está claro que o problema é profundo e atualmente vivemos uma grande crise de liderança nesta região e em todo o mundo, com os líderes pensando de uma forma tão individual e protecionista que o real problema, que é coletivo, fica de lado. Parece até que não sabem a solução ou o tamanho dos problemas. Em problemas estratégicos o ser humano parece irracional.

Será que a canábis poderia ajudar? Tem cidade europeia querendo pagar as dívidas desta forma. Porque será que recusam e omitem tanto esta alternativa?

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional 
- A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

1ª MARCHA DA MACONHA DA BAIXADA FLUMINENSE (Por Dr. André Barros)

O dia 26 de maio de 2012, um sábado, foi um dia histórico para Nova Iguaçu. Na primeira praça do skate da América Latina, ocorreu a primeira Marcha da Maconha da Baixada Fluminense. Um lugar libertário e de resistência, onde várias galeras da juventude da Baixada que incomodam mentes conservadoras e preconceituosas costumam se encontrar. A Marcha de Nova Iguaçu provou que nosso movimento não é só dos moradores da zonal sul de Ipanema, mas é deles também.

Maconheiros e simpatizantes de todos os lugares querem paz e liberdade. Como disse Núbio, um dos principais organizadores, ali ninguém fuma a erva do “capiroto”, como Wagner Montes chama a erva sagrada, pejorativamente, em seu programa de televisão no Rio de Janeiro. Estávamos ali para começar a dialogar sobre a maconha e quebrar preconceitos e tabus que geram uma violência absurda contra vendedores, consumidores e plantadores da erva da paz.

Muitos consumidores já foram assassinados na Baixada apenas por fumarem maconha. Reza a lenda que muitos policiais da Baixada são batizados pela senhora morte em pessoa. Nós, que somos da vida, fizemos o evento para começar a quebrar preconceitos onde mitos anti-cannábicos são muito difundidos e arraigados.

Por meio de diálogos no Facebook, policiais ironizavam nossa Marcha, dizendo que os repressores deveriam ter talento para baixar a porrada em nós. Encaminhamos tais diálogos à Promotoria de Justiça junto à Auditoria da Justiça Militar. Núbio foi chamado ao Batalhão, onde foi informado que a polícia compareceria ao evento para garantir a realização da Marcha da Maconha. Embora ainda apreensivos, ficamos mais tranquilos quanto ao que poderia acontecer. No dia, inclusive, uma pessoa na porta da praça dizia, muito exaltada, que não poderia se responsabilizar pelos seus atos diante do movimento. Pairou no ar que o próprio batalhão sabia disso, pois além de violento preconceito, a legalização vai reduzir uma forte cadeia de corrupção, podendo gerar incontrolável violência.

Felizmente, a polícia que ali estava foi nota dez e garantiu a Marcha, apesar da notória realidade de que não existia o total controle de pessoas que estavam indignadas com o nosso evento.

Na oportunidade, afirmei que estávamos ali quebrando tabus históricos e que deveríamos entender tais posições contrárias. Formada por mais de século de racismo e preconceitos, como o de que os maconheiros usavam a erva de Angola para praticar os crimes mais bárbaros. Sabemos da mentira dos mitos criados, mas devemos compreender tais posições para poder dialogar e quebrar esses preconceitos. Essa é a questão, a cultura da mídia de massa publica falsas verdades sobre os efeitos da maconha, como a de que os maconheiros praticam crimes violentos animados pelos efeitos da “venenosa erva maldita”. Sabemos que isto não é verdade, pois a cannabis, ao contrário, deixa o usuário calmo, reflexivo e criativo, quando a parte criativa do cérebro é acionada pela erva da paz.

Agora esta é a nossa missão, com calma, mostrar que a maconha tem diversos usos e que é muito boa para milhões de pessoas, principalmente para fins medicinais, como ensinam Renalto Marcher e Sidarta Ribeiro em seu celébre livro “MACONHA, CÉREBRO E SAÚDE”.

Parabéns às galeras do Skate, LGBT, Smoke Buddies, juventudes do Partido Verde e dos Trabalhadores, ao PSOL, e todos que ajudaram a construir a primeira Marcha da Maconha de Nova Iguaçu. Eram mais de duzentos corajosos ativistas que circularam pela primeira Praça do Skate da América Latina, e que no próximo ano vão ganhar as ruas de Nova Iguaçu, pois ficou claro que temos potencial.

Vamos conversar com calma, ainda mais agora, que o debate está aberto com a garantia da Marcha da Maconha em todo o território nacional pelo Supremo Tribunal Federal.

ANDRÉ BARROS, advogado da Marcha da Maconha

"Curta" a página do Dr. André Barros no Facebook:
http://www.facebook.com/advogadoandrebarros

FONTE: http://maconhadalata.blogspot.com

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Confira como foi a Marcha da Maconha 2012 em Porto Alegre

No ultimo sábado aconteceu a Marcha da Maconha 2012 em Porto Alegre - RS, o evento foi lindo, o dobro de pessoas que os organizadores esperavam, cerca de 5 mil pessoas compareceram ao evento, onde tudo correu melhor que o esperado em todos os sentidos.

Esse ano o Coletivo Principio Ativo investiu melhor na divulgação e o resultado foi muito positivo, antes do horário de inicio das atividades muitas pessoas já se encontravam no local marcado, o evento teve inicio as 14H nos arcos da Redenção com apresentação de teatro de rua do grupo "cambada levanta favela" o que chamou a atenção de pessoas que passavam pelo local, seguido da apresentação ocorreu uma oficina de cartazes onde muitos participantes colocaram suas ideias em cartolinas e juntamente ocorriam muitas entrevistas da mídia, que estava presente em grande numero, o Principio Ativo aproveitou a ocasião para lançar seu jornal antiproibicionista "O Camarão" que teve apoio do site sementemaconha.com. As 16H20 em ponto começou a marcha.

A marcha tomou as ruas em volta do parque farroupilha, com apoio da EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) o transito de carros no local foi fechado e a manifestação seguiu seu objetivo, seguindo um carro de som cedido pela SIMPA (Sindicato dos Municipários de Porto Alegre) com muita paz, muitos cartazes e gritos, todos marcharam sem violência nenhuma e sempre deixando uma enorme nuvem com cheiro forte por onde passavam, a Brigada Militar (Policia militar no RS) destacou apenas duas motos para escoltar os 5 mil manifestantes e trataram o assunto com muito bom humor e de certa forma permitindo a festa de continuar em paz.

Com 1 hora e 20 minutos de marcha ela teve fim em frente ao Colégio Militar, onde a banda de rock Confeitaria Brasil aguardava os manifestantes com um show surpresa, pois esse não foi divulgado, e todos cercaram a banda que tocou com muito orgulho e vontade do lado de uma kombi psicodélica, logo após rolou entrega de premio do concurso de fantasias, onde uma fantasia de folha muito bem elaborada fez o sucesso da noite, e ainda tivemos mais de 1 hora de musicas cannabicas com o VJ Richard Rockers embalando o final da festa, no total foram quase 7 horas de evento, sem confusão nenhuma, sem violência policial, pelo contrario, foram sempre bem humorados.

Sem duvida o evento foi exemplar em todos os sentidos, uma forte neblina cannabica acompanhou o evento, a mídia tratou o assunto com seriedade, os agentes de transito foram muito prestativos e a força policial permitiu uma marcha de muita paz, os organizadores ficaram mais que satisfeitos com o resultado, que já durante essa semana rendeu muitos convites a debates tanto entre outros coletivos como dentro da mídia local do RS, uma prova de que quando nos unimos pela paz e pela liberdade, é possível vencer!

Thiago F. Kersting
Integrante do Coletivo Principio Ativo

Confira aqui o jornal antiproibicionista "O Camarão":

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Apologia à violência é manter a proibição (Por Thiago F. Kersting)

Drogas legais ou ilegais, estão em todas as esquinas no país hoje em dia, o consumo é fato, o que podemos fazer é tratar o assunto de forma diferente, hoje em dia as políticas de drogas brasileiras são as principais responsáveis pela violência e crimes. Está cada dia mais claro isso.

Apoiar a proibição é manter a atual situação violenta, é manter muito dinheiro na mão de traficantes, que acabam tendo por meio do trafico dinheiro pra financiar outros crimes ainda, como assaltos a bancos, sequestros e por ai vai, a proibição só serve pra isso hoje em dia, é um mercado com uma demanda altíssima sem regulamentação nenhuma e mantendo lucros altíssimos nas mãos de traficantes, e isso só atrasa nosso pais, gera corrupção pelo poder de compra dos criminosos, gera custos altíssimos a todos contribuintes, seja no combate ou seja pra manter o alto numero de presos, cada preso custa mais que 4 estudantes da rede publica. A lei atual é um instrumento de racismo, onde só os pobres vão presos, isso quando não é ainda praticado "assassinatos seletivos". Defender a proibição é uma insanidade total, cada ano se gasta mais e o consumo e pontos de venda só aumentam, é jogar dinheiro fora, dinheiro que faz muita falta na educação e saúde, que são os únicos meios de redução do consumo.

Nós do Coletivo Principio Ativo militamos por isso, poder debater de forma limpa o assunto, sem tabus mentirosos criados por governos que só tem interesses reais em proteger indústrias que perderiam com a legalização da maconha, e praticar racismo social, mas nos lutamos pela liberdade do cidadão, lutamos por redução de danos na sociedade como um todo.

Nossa luta, por sete anos tem sido apenas pelo direito de debater, nosso país está muito atrasado, esse ano tivemos garantido pelo STF pela primeira vez o direito de debater, uma vitoria que demorou pra sair, mas saiu, por isso nossa marcha é importante. E agora temos esse direito e vamos continuar a luta agora pelo direito principal, a liberdade individual, o fim do preconceito e que as verdades e fatos consigam vencer as mentiras e proibições.

Alguns dizem que fazemos "apologia as drogas", pra inicio de conversa, essa lei nem existe em nosso está, existe a "apologia ao crime" que no nosso ver, quem faz essa apologia é o governo, ao manter proibido produtos que achamos facilmente em qualquer esquina do nosso pais.
Esse é o ano! 2012 ta ai e mais uma vez estamos militando na linha de frente, lutando por um mundo melhor, acreditamos nisso!

E amanhã acontece mais uma edição da Marcha da Maconha Porto Alegre, agradecemos o espaço aqui no blog Maconha da Lata e aproveitamos pra fazer o convite a todos da região sul, sejam usuários ou não, apoiar essa causa pelos seus infinitos motivos, não te torna um "maconheiro" e quem é usuário, não tenha vergonha de admitir isso no pais onde drogas "legais" e que fazem mais danos a população são incentivadas pelo governo e mídias do pais, incentivar o álcool não é apologia as drogas??

Confira a programação da “Marcha da Maconha Porto Alegre 2012 – Que legalização queremos?”

Sábado, 26 de maio (amanhã)
Concentração nos Arcos da Redenção
14h: Abertura com apresentação teatral da “Cambada Levanta Favela”
15h: Oficina de cartazes e lançamento do jornal “O Camarão”
15h20: Concurso de fantasia (vá fantasiado, a mais criativa leva prêmios da loja Semente de Maconha, confira sobre o concurso AQUI)
16h20: Saída da Marcha

Nossa vitoria é certa, mas depende de todos, não deixem de comparecer!

Thiago F. Kersting
Integrante do Coletivo Principio Ativo

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular (Por Mário Márcio Pelajo)

Com a legalização regulamentada, ficaria muito interessante entrar nesse negócio e, quanto mais rápido, mais oportunidades de desenvolvimento e de largar na frente dos concorrentes.

Seria o oposto do movimento-pendular que vimos ao longo da história, quando as pessoas deixavam suas cidades e famílias em busca de uma vida nova e mais próxima nos grandes centros urbanos. Desta vez seria o contrário. Ficaria muito interessante morar no campo, principalmente nas áreas menos valorizadas, havendo uma desconcentração nos valores dos imóveis, com uma grande migração para o campo progressivamente.

Isso traria um grande desenvolvimento para as áreas rurais, com infra-estrutura e novos serviços. Os imóveis nas cidades grandes ficariam mais baratos, ao contrário das áreas rurais, que enfrentariam um período de especulação imobiliária. Mas seria muito saudável a migração de pessoas para o campo, desconcentrando renda e gerando riqueza e empregos nas áreas rurais.

Com o desenvolvimento progressivo das áreas rurais a tendência seria de uma redução da violência, que atualmente atormenta o campo, principalmente com crimes brutais, pois além da riqueza privada que seria atraída para o campo, a riqueza pública também seria direcionada, com o maior número de habitantes, impactando diretamente nos investimentos diretos, incluindo a segurança pública.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

sábado, 19 de maio de 2012

1ª Copa Rasta Marley de FutHemp - Viçosa

Junto com o nascimento da Marcha da Maconha de Viçosa, o coletivo que a organiza também promoverá (em homenagem ao Rei do Reggae) a 1ª Copa Rasta Marley de FutHemp, a única sem antidopping!

A ideia é fortalecer a chamada para a Marcha da Maconha, além da irreverência, e claro, mostrar que maconheiro também é saudável e sabe, como todo brasileiro, passar a bola muito bem.

A copa contará com times tradicionais de Viçosa que já carregam consigo o espírito Cannábico, como o Visão Vermelha, Boca Seca, Laranja Serra D’água (LSD) e entre outros.

Mas não paramos por ai! As inscrições ainda podem ser feitas através do perfil da Marcha da Maconha no Facebook (http://www.facebook.com/profile.php?id=100003754038078) ou com a galera no bar do DCE-UFV durante o horário de almoço, juntamente a venda de ingressos para o Dia Verde.

O campeonato acontecerá pelo sistema de pontuação na fase inicial, sendo 3 pontos vitória, 1 para empate, e 0 para derrota. Ao passar por esta fase, o mais pontuado joga com o segundo mais pontuado, e o terceiro com o quarto, sendo o saldo de gols critério de desempate.

Os vencedores levarão:
1° colocado: 3xBongs pegada de 30cm da loja Semente de Maconha (http://www.sementemaconha.com/_bong_pegada_30cm-p1057/)
2° colocado: 1xBong pegada de 30cm + Camiseta da Marcha da Maconha de Viçosa
3° colocado: 1xBong pegada de 30 cm

Os jogos acontecerão na quadra do alojamento do posinho, nos dias 20, 25, 26 e 27 de maio, com a final junto à concentração para a saída da Marcha da Maconha. Monte seu time cannábico e venha também jogar!

Toda a renda arrecadada referente a inscrição para copa será convertida para a Marcha.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Concurso de Fantasias Marcha da Maconha Porto Alegre

Em Porto Alegre, durante a Marcha da Maconha vai acontecer um concurso de fantasias, patrocinado pelo site Semente de Maconha em parceria com o Coletivo Principio Ativo, responsável pela marcha por lá, será o primeiro concurso a fantasias com tema cannabico da região sul e acontece antes da saída da Marcha.

Os eventos do dia 26 começam às 14h com peça de teatro ao ar livre, seguidos por oficina de cartazes e lançamento do jornal cannabico "O Camarão" na sequencia o concurso de fantasias, depois a saída da Marcha da Maconha as tradicionais 16h20.

Com o fato do STF ter liberado as Marchas, os organizadores esperam pelo menos 2 mil pessoas esse ano ocupando o Parque da Redenção. Não fique fora dessa luta pela liberdade, confira abaixo a programação do evento e as regras e prêmios do concurso de fantasias.

Programação da “Marcha da Maconha Porto Alegre 2012 – Que legalização queremos?”

Oficina Criativa Aberta a Todos:
Domingo, dia 20 de maio, a partir das 14h
Utopia e Luta, nas escadarias da Av. Borges de Medeiros

Marcha da Maconha – Que legalização queremos?
Sábado, dia 26 de Maio

Concentração nos Arcos da Redenção
14h: Abertura com apresentação teatral da “Cambada Levanta Favela”
15h: Oficina de cartazes e lançamento do jornal “O Camarão”
15h20: Concurso de fantasias
16h20: Saída da Marcha
Concurso de fantasias Marcha da Maconha Porto Alegre:

REGULAMENTO: - Concurso válido somente para maiores de 18 anos.
Será valido somente 1 fantasia por participante, as fantasias devem
representar tema Cannabico de acordo com a Marcha.

Premiação:
O vencedor do concurso vai ser aquele que tiver a melhor fantasia,
que vai ser escolhida pelo comitê organizador da Marcha da Maconha
em Porto Alegre.

Os Prêmios:
1º lugar = Bong 3 Bolhas em Acrílico 36cm
2º lugar = Bubbler Pipe em Vidro 10cm
3º lugar = Livro "Cannabis Medicinal – Introdução ao Cultivo Indoor" do Sérgio Vidal

ATENÇÃO: Caso não tenha nenhuma fantasia que seja realmente bonita então ninguém leva o premio! Neste caso os prêmios serão revertidos para uma Rifa e o valor arrecadado será usado em prol da marcha da maconha em Porto Alegre.

Texto escrito por Thiago F. Kersting, integrante do Coletivo Principio Ativo.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A Canábis e a Estrutura Educacional (Por Mário Márcio Pelajo)

E os países que ainda não possuem estrutura educacional? Esses países correm mais riscos de incidência de novos usuários com a canábis proibida do que liberada e regulamentada. Quando o comércio é controlado, o acesso aos grupos de pessoas que precisam ser protegidas da canábis é mais difícil, como por exemplo as crianças, pois quem controla é o governo, que quer seu bem, enquanto o traficante quer seu mal. O traficante quer viciar nossos filhos e o governo não.

A porcentagem dos usuários de canábis que começam o uso antes da formação total do cérebro, fato que é ruim para qualquer tipo de droga lícita ou ilícita, ou seja, antes dos dezoito anos, é altíssima, e isso é bem preocupante, pois os menores de idade são um grande grupo de risco da canábis. Temos que mudar a estratégia urgente.

Com a tributação poderíamos investir muito mais em prevenção de drogas nas escolas públicas de ensino fundamental, que é o ensino mais importante de todos na vida do ser humano. A ciência hoje diz que quando um indivíduo é exposto a canábis na infância ou na adolescência, ele fica mais propício ao uso de outras drogas, enquanto no adulto isso não acontece. Crianças e adolescentes devem ser muito bem protegidos da canábis.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Canábis e o Emprego (Por Mário Márcio Pelajo)

Todos sabem que as condições de trabalho no mundo não são boas, não só para os trabalhadores de hierarquia mais baixa como também para os de hierarquia mais alta. A verdade é que as condições estão muito aquém do necessário para uma vida com qualidade, na maioria dos países, por diversos motivos.

No caso dos trabalhadores com baixo nível de instrução, os empregos normalmente são bem pesados, com o uso de mão-de-obra manual. Isso é muito estressante para eles, bem como cansativo, e nada saudável. Qualquer profissional de recursos humanos sabe dos problemas relacionados à coluna vertebral e das lesões por esforços repetitivos, por exemplo. A legalização regulamentada da canábis com uma consequente evolução da tecnologia poderia resolver esse problema, mesmo que parcialmente, com a criação de novas técnicas que diminuíssem o trabalho braçal. Aumentaria muito a qualidade de vida dos trabalhadores menos instruídos.

No caso dos trabalhadores de maior nível de instrução, haveria uma alteração na barganha referente ao relacionamento entre o trabalhador e as empresas, que se tornariam menores, pois como este tipo de trabalhador esteve sempre acostumado a trabalhar com o intelecto, com as novas possibilidades e oportunidades existentes, ele não hesitaria em pensar um pouco mais na possibilidade de tentar o empreendedorismo, principalmente por causa das novas possibilidades ou portas abertas. Os custos para ser um empreendedor seriam mais baixos que atualmente, pois os custos de matéria-prima seriam bem mais baixos. Essas relações mudariam bastante e o trabalhador seria mais respeitado pelas empresas.

Abririam muitas oportunidades de emprego também, em consequência da diminuição do tamanho das empresas, pois a tendência seria a diminuição e extinção dos grandes grupos empresariais, com o surgimento de uma infinidade de microempresas para suprir esse mercado. As microempresas são e sempre foram responsáveis pela maior parte dos empregos.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Canábis - A Quarta Revolução Industrial! (Por Mário Márcio Pelajo)

Apesar da canábis provocar malefícios para o organismo humano, ela ao mesmo tempo provocaria direta e indiretamente um bem imensurável para todo o mundo e toda a humanidade, no curto, médio e longo prazos. Seria uma nova Era Mundial, com grandes mudanças e uma transformação total do mundo. A Quarta Revolução Industrial! Carvão na Primeira, Petróleo na Segunda, Internet na Terceira e Canábis na Quarta. A canábis é a melhor alternativa como matéria-prima, em todos os aspectos, com inúmeros benefícios e vantagens, para milhares de produtos!

Existe uma infinidade de interesses por trás da canábis, que foi historicamente marginalizada propositalmente com o intuito de esconder uma grande verdade, que é a existência da melhor e mais completa matéria-prima renovável, barata e versátil do planeta. Isso mesmo, é uma matéria-prima muito melhor do que o petróleo, do ponto de vista sustentável, econômico, social e inflacional.

Com a grande desconcentração de renda ao longo da Quarta Revolução Industrial, seria uma tendência a igualdade na renda dos indivíduos, no longo prazo, diminuindo a desigualdade social entre os continentes e países, tornando a renda das pessoas mais ricas e mais pobres mais próxima. Para existirem pessoas muitos ricas, devem haver pessoas muito pobres para manter o alto padrão de vida delas. Não é que não poderiam haver pessoas ricas no mundo sem existir os pobres, até poderia, o que fica muito difícil é existirem pessoas com fortunas praticamente incalculáveis sem existirem pessoas na miséria.

Veja Também:  A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

A proibição da maconha afeta em cheio o cidadão de bem


A luta pela legalização da maconha cada vez mais ganha força no mundo. Para os simples cidadãos que não fumam Cannabis, seria melhor que o mercado desta planta se tornasse legal e o dinheiro todo e exclusivamente que hoje vai para o mercado negro, fosse revertido em bens para a sociedade em geral, ao qual chamamos de bens públicos.

O ponto que se deve debater hoje, principalmente quando debatemos os assunto com os proibicionistas é: dissipar a noção de que a legalização da maconha é igual ao apoio e incitação ao uso de drogas. Na verdade, a questão não é nada disso. Ninguém em sã consciência quer que os nossos jovens ou mesmo os adultos e velhos se tornem  consumidores de substância entorpecente, a questão é que a repressão e toda esta guerra se mostra muito mais prejudicial para a sociedade, transformando principalmente bairros pobres e normalmente com maioria negra, um verdadeiro alvo para cometer genocídios.

A criminalização do usuário é muito pior, pois afasta o mesmo de qualquer tipo de tratamento. Diga-se de passagem, que eu não creio em hipótese alguma que a legalização da maconha vá aumentar o números de usuários. Ao contrário disso, creio que os usuários vão sim criar mais coragem de se mostrarem, assim como acontece atualmente com o público LGBT. Não creio que há um aumento deste público, mas que sim, as pessoas que fazem parte deste movimento, aprenderam a mostrar a cara e lutar por todos os seus direitos, o que é totalmente compreensível e válido, uma vez que tanto os valores discriminatórios criados contra gays e também os maconheiros, são totalmente infundados, mostrando todo o preconceito que está incrustado em nossa sociedade. Nestes debates, costuma-se ver de tudo, menos a danada da Ciência.

Em épocas, como a atual, em que a informação corre e chega ao seus destinatários com muito mais facilidade, a sociedade sim precisava se informar melhor, sobre o quão a repressão das drogas é fracassada. Num primeiro momento, porque ela não afasta e nem consegue diminuir os usuários de entorpecentes, muito menos a oferta deste entorpecente. Segundo, porque normalmente quem lucra com isso são corruptos e pessoas ligadas ao mercado negro; terceiro, porque a indústria de armas lucra rios de dinheiro com a proibição e alavanca economia de países como os EUA; e por último, porque mostra mais uma vez toda a nossa intolerância enquanto seres humanos, prendendo jovens e pessoas de bem, que poderiam servir muito mais à nação com sua força trabalho, do que preso, por fumar ou cultivar um vegetal.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão (Por Mário Márcio Pelajo)

Com o fim da desigualdade social e da pobreza, ou pelo menos a redução delas, haveria uma clara tendência a diminuição da escravidão no mundo, bem como dos subempregos e dos salários abaixo da linha da miséria.

Os países subdesenvolvidos, aqueles que costumamos ler nas etiquetas de nossas camisas de marca, praticam a escravidão ou a semi-escravidão há muito tempo, sem qualquer tipo de condição mínima humana para o trabalho e, muitas vezes, o trabalhador vive com sua própria família no local onde trabalha, em péssimas condições humanas.

Com a redução do custo de plantio todos os países poderiam aumentar as plantações, o que ocasionaria uma maior oferta de empregos, com melhores condições de trabalho. Haveria também um aumento no salário do trabalhador, pois a procura por empregos seria menor.

Esse tipo de gente que ainda comete esta prática medieval em pleno século XXI, que não se importa com as condições e direitos humanos, estaria obrigada a aumentar o salário do trabalhador no curto prazo. Caso contrário, o trabalhador encontraria facilmente uma porta mais fraterna com melhor salário. A tendência seria o fim da escravidão e uma melhoria nas condições de trabalho e nas relações entre os trabalhadores e os empregadores.

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

sábado, 17 de março de 2012

Filho de Sérgio Cabral defende a legalização da maconha no mundo


Após tomar posse como novo presidente da Juventude Nacional do PMDB, Marco Antônio Cabral, 20, filho do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), disse ser favorável à liberação da maconha e defendeu um debate sobre a droga no G20, grupo dos países mais ricos do mundo.

“Eu sou favorável [a liberação da maconha] a nível mundial. Discutir isso internamente no Brasil não adiantaria muita coisa. A liberação da maconha é uma tendência natural. O caminho correto para discutir esse tema seria reunir o G20 e conversar a respeito”, disse em entrevista.

A posse do filho do governador aconteceu em evento organizado pelo PMDB na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e contou com a participação de cerca de 500 pessoas, entre elas líderes partidários como o próprio Cabral, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o senador Roberto Requião (PMDB-PR). O partido não divulgou quanto gastou para promover o encontro, que termina no próximo domingo e foi convocado exclusivamente para oficializar a troca na presidência.

“Não desejo que meus filhos usem drogas”, disse Cabral, em 2010
Marco Antonio era vice-presidente da Juventude desde 2009 e assume a vaga de Gabriel Souza, que deixa o comando da ala do PMDB para concorrer a uma vaga de vereador em Porto Alegre. O mandato do herdeiro de Cabral vai até 2013.

Estudante do terceiro ano de Direito da PUC-RJ, Marco Antonio disse que não tem interesse em exercer a profissão e que a presidência da Juventude “caiu no seu colo”. Questionado se pretende disputar algum cargo nas próximas eleições, disse que, por hora, não. “Tenho vontade [de ser candidato], mas não agora”, declarou.

terça-feira, 6 de março de 2012

Queiram ou não, o debate sobre a legalização da maconha chegou no mundo inteiro


Muitos ainda são contra a legalização ou a regulamentação da maconha. Contudo, uma coisa que sempre me chamou a atenção são como as pessoas abordam o tema. Primeiro, porque não tem conhecimento suficiente para saber o que é maconha. Segundo, porque debatem o tema sem a mínima informação, sendo normalmente pautados pelas mentiras que foram distribuídas pelos Estados Unidos ainda no começo da década de 20.

Contudo, o debate sobre a legalização da maconha chegou não só no Brasil, mas como no mundo inteiro. Para aqueles que acham que a legalização da maconha só funciona na Europa, lembre-se que em quase toda a América do Sul existe sim uma tolerância com a erva e que países da América central já começam a seguir o mesmo caminho. Aliás, a descriminalização da maconha é uma tendência mundial, mesmo que alguns ainda não aceitem bem a ideia.

Dias atrás, a Associated Press, publicou uma história no mínimo interessante , que se trata de um outro olhar do problema, pois os presidentes da Costa Rica, Guatemala, El Salvador, Colômbia e México, que são países que sofrem muito com a violência do narcotráfico já pensam em abrir discussões para a legalização das drogas, alegando que este método seria muito menos traumático para a sociedade.

Duas semanas atrás, o presidente da Guatemala Otto Pérez Molina, um direitista conservador e ex-general do exército, surpreendeu a todos, quando declarou a incapacidade dos EUA para reduzir o consumo ilegal de drogas, deixando o seu país sem outra opção senão considerar a legalização do uso e transporte de drogas.

O debate e o impulso para legalizar a maconha também está acontecendo nos EUA, pois na semana passada, o Secretário de Estado Colorado deu início à discussão para que tenha  um plebiscito nas eleições de novembro,  no qual se pretende legalizar o porte de maconha pessoal e permitir vendas reguladas de maconha para adultos.

Para encerrar, como diz bem o ex-presidente e a favor da descriminalização da maconha: “Só não muda de opinião quem é burro.” .  
 
 

NÃO COMPRE, PLANTE!

 

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