quarta-feira, 5 de março de 2014
Novo estudo: LSD reduz a ansiedade em pessoas com doenças terminais
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Deficiência no receptor canabinoide pode levar a insuficiência cardíaca
Um novo estudo publicado na edição da revista International Journal of Cardiology deste mês, e publicado online pelo National Institute of Health, descobriu que a deficiência de receptores canabinoides pode levar à insuficiência cardíaca. Se este for o caso, o consumo de cannabis seria capaz de combater esta falha, dado que naturalmente ativa os receptores canabinoides do nosso corpo.segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Usuários de maconha estão mais bem informados sobre os efeitos na saúde do que não usuários
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Ministério da Saúde reduz período de abstinência, para usuários de maconha doarem sangue
Algumas regras para doações de sangue foram mudadas pelo Ministério da Saúde.Uma das alterações foi a redução do período de abstinência para usuário de maconha poder doar sangue, que caiu de 1 ano, para apenas 12 horas .Os jovens de 16 e 17 anos também estão habilitados a doar sangue, desde que com o consentimento formal dos responsáveis. A antiga portaria só permitia doadores a partir de 18 anos. E o limite de idade que antes era de 65 anos, foi ampliado para 67.
De acordo com a assistente de capitação de doadores do MT-Hemocentro, Magda Matos, a mudança de padrões aumentou a consideravelmente a expectativa de doadores em Mato Grosso e em todo o país. “Essa mudança foi muito importante. Nós ainda não temos cálculos específicos para Mato Grosso, mas ela traz um aumento na ordem de 14 milhões de possíveis novos doadores em todo o Brasil”.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Medical Cannabis Cup 2011 edição São Francisco foi realizada no final de semana passado

Aconteceu entre os dias 25 e 26 de Junho a Medical Cannabis Cup 2011, edição São Francisco, no estado da California, Estados Unidos. No estado, o uso medicinal da maconha é permitido. O evento teve como objetivo disseminar a cultura canábica, bem como promover o debate consciente sobre o uso da maconha.
Assim como a High Times Cannabis Cup em Amsterdã, os diversos tipos de maconha forão julgados e troféus entregues em várias modalidades para as melhores. No entanto, ao contrário da Cannabis Cup, a Medical Cannabis Cup se voltará para o uso medicinal da maconha, e não o uso recreativo, como acontece na Holanda.
O evento contou também com premiações em várias categorias como a do melhor haxixe, além de prêmios culinários para receitas feitas utilizando maconha.
Pesquisa da UFSC aponta canabidiol como aliado em tratamento de traumas
Usando animais para as pesquisas, simularam uma situação traumática através de choque moderado nas patas. Depois, os pesquisadores os colocavam no mesmo ambiente e registravam os sinais de medo, caracterizado por imobilidade. Segundo o coordenador dos estudos, professor Reinaldo Takahashi, é semelhante ao trauma de uma pessoa que foi assaltada em um lugar e fica com medo sempre que passa pelo mesmo local.
O uso do canabidiol seria utilizado para aliviar a ansiedade durante o tratamento chamado terapia de exposição — de voltar ao mesmo ambiente que gerou o trauma até o local deixar de ser ameaçador. Os efeitos, segundo o professor, são mais prolongados e eficientes com a substância.
sábado, 18 de junho de 2011
O uso medicinal da Maconha
Em resposta à pressão pública para a aprovação do uso medicinal da maconha, o órgão responsável pelo controle de medicamentos dos Estados Unidos (the Office of National Drug Control Policy, Washington,DC) patrocinou um estudo realizado pelo Institute of Medicine, que teve como autores o Dr. Stanley J. Watson, o Dr. John A. Benson e a Dra. Janet E. Joy.
Este tinha como objetivo avaliar as evidências científicas dos benefícios e dos riscos do uso da maconha na medicina. Baseou-se em conhecimentos científicos e populares e foi validado por especialistas no assunto. O estudo foi publicado na revista Archives of General Psychiatry de junho de 2000.
A principal finalidade deste estudo foi determinar o que é verdadeiro e o que é falso a respeito do efeito terapêutico da maconha. Ele consiste em uma revisão sobre os mecanismos e locais de ação da droga, bem como, a eficácia e falhas de seu uso medicinal. Inclui também uma análise dos efeitos crônicos e agudos da maconha, sendo comparados os seus efeitos adversos com os de outras drogas já padronizadas.
A biologia da maconha
O conhecimento a respeito da neurobiologia da maconha vem mudando dramaticamente na última década. Foram descobertos dois tipos de receptores (estruturas orgânicas que se ligam aos componentes químicos da maconha e permitem sua ação dentro das células), que receberam o nome de CB1 e CB2, estes se localizam principalmente no cérebro e nas células do sistema imune.
Dentro do cérebro, estes receptores estão concentrados no sistema límbico, no córtex cerebral, no sistema motor e no hipocampo. Essas localizações explicam, em parte, os sintomas provocados pela maconha, como as alterações do estado mental, as mudanças de humor e as alterações da coordenação motora.
Seus efeitos sobre o sistema imune ainda não são bem conhecidos.
O papel da maconha na dor
Evidências de pesquisas em animais e em homens indicam que a maconha pode produzir um efeito analgésico importante. Porém, mais estudos devem ser feitos para estabelecer a magnitude e a duração deste efeito, nas diversas condições clínicas. Os pacientes que poderiam ser beneficiados com o uso dessa droga seriam aqueles em uso de quimioterapia, em pós-operatório, com trauma raquimedular (lesão da coluna vertebral com acometimento da medula), com neuropatia periférica, em fase pós-infarto cerebral, com AIDS, ou com qualquer outra condição clínica associada a um quadro importante de dor crônica.
Quimioterapia induzindo náuseas e vômitos
Muitos oncologistas e pacientes defendem o uso da maconha, ou do THC (seu principal componente já estudado) como agente antiemético. Mas quando comparada com outros agentes, a maconha tem um efeito menor do que as drogas já existentes. Contudo, seus efeitos podem ser aumentados quando associados com outros antieméticos. Dessa maneira, o uso da cannabis na quimioterapia pode ser eficiente em pacientes com náuseas e vômitos não controlados com outros medicamentos.
Desnutrição e estimulação do apetite
Os estudos sobre os efeitos da maconha sugerem que esta droga pode ser importante no tratamento da desnutrição e da perda do apetite em pacientes com AIDS ou câncer. Mas outros medicamentos são mais efetivos do que a maconha, portanto, os autores recomendam pesquisas mais aprofundadas para avaliar a ação da maconha nesses pacientes.
Espasmo Muscular
Como já foi dito anteriormente, a maconha afeta o movimento, e estudos tem demonstrado que ela pode ajudar no controle do espasmo muscular (encontrado na esclerose múltipla ou no traumatismo raquimedular).
Mas as pesquisas que avaliaram essa capacidade da maconha devem ser analisadas com cuidado, uma vez que, outros sintomas associados a estas doenças, como a ansiedade, podem aumentar os espasmos, e nesse caso, a maconha poderia ter sua ação diminuindo a ansiedade e não controlando o espasmo propriamente dito. Por isso, os autores acreditam que mais estudos devem ser realizados para se confirmar esse efeito da maconha.
Movimentos desordenados
Estudos em animais demonstram que o uso da maconha pode estimular os movimentos em doses baixas e pode inibí-los em doses altas. Esta característica pode ser importante para o desenvolvimento de tratamentos para as desordens motoras na doença de Parkinson. Os autores acreditam que novos estudos devem ser feitos para avaliar a quantidade exata da droga que pode ser eficiente no tratamento dessa condição.
Epilepsia
O principal objetivo do tratamento da epilepsia é impedir completamente as crises. Os estudos a esse respeito ainda estão se iniciando, e muitas vezes as crises não foram inibidas com o uso da maconha, portanto, os autores acreditam que pesquisas com pessoas ainda não devem ser indicadas.
Glaucoma
Apesar do glaucoma ser uma das indicações mais citadas para o uso da maconha, os dados existentes não suportam esta indicação. A pressão alta intra-ocular é um dos fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma e a maconha poderia agir diminuindo esta pressão. Mas esse efeito é de curta duração e só é conseguido com altas doses da droga. Como as altas doses provocam muitos efeitos indesejáveis e as medicações já existentes são bastante efetivas e com efeitos colaterais mínimos, os autores acreditam que o uso da cannabis nessa condição ainda não está indicado.
Efeitos adversos
Os efeitos adversos da cannabis podem ser divididos em duas categorias: os efeitos do hábito de fumar crônico e os efeitos do THC. O fumo crônico da maconha provoca alterações das células do trato respiratório, e aumentam a incidência de câncer de pulmão entre os usuários. Os efeitos associados ao longo tempo de exposição ao THC são a dependência dos efeitos psicoativos e a síndrome de abstinência com a cessação do uso. Os sintomas da síndrome de abstinência incluem agitação, insônia, irritabilidade, náusea e cãibras.
Alguns autores sugerem que a maconha é uma porta de entrada para outras drogas ilícitas. Mas ainda não existem estudos científicos que comprovem essa hipótese. E outras drogas como o tabaco e o álcool, na verdade, são as primeiras drogas a serem usadas antes da maconha.
Conclusão
Resumindo, os dados indicam um efeito terapêutico modesto, particularmente, no controle da dor, alívio de náuseas e vômitos, e estimulação do apetite. Seus efeitos foram melhores estabelecidos para o THC. Mas a maconha possui vários outros componentes que não tem seus efeitos estudados, e que podem trazer muitos riscos.
Os dados atuais não afastam e nem dão suporte para a hipótese de que o uso medicinal da maconha poderia aumentar o uso ilícito dessa droga. Ao final do estudo os autores concluíram que o futuro do uso terapêutico da maconha está associado com o desenvolvimento de substâncias puras, e não com o fumo da mesma.
Fonte: Arch Gen Psychiatry 2000;57:547-552 – Vol.57 No. 6, june 2000.
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terça-feira, 14 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Cannabis & Parkinson Disease
Não é legendado mais uma imagem vale mais que mil palavras, nesse caso... vc tem que ver esse video!!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Três regras para o uso medicinal da Cannabis
Dr. Khan as três regras do uso da maconha medicinal são:
Regra n º 1: Pergunta ao Dispensário Os pacientes precisam questionar seus dispensários sobre os vários tipos de maconha medicinal e os elementos de cada linhagem. As características da cannabis variam dependendo de onde ela foi plantada, e como foi cultivada (interior ou exterior / hidro, ou solo, ou orgânica). As farmácias devem saber as respostas.
Regra 2: Faça-o pessoal Os pacientes necessitam usar a tipo de adequado de cannabis para cada condição médica. O que os amigos ou familiares estão usando pode não ser eficaz para o seu caso. Por exemplo, Sativa, geralmente não é uma boa opção para pacientes que sofrem de insônia, pressão alta, doença cardíaca ou ansiedade. Para essas condições, indica normalmente é a melhor escolha.
Se um paciente está sofrendo de depressão, variedades Índicas poderiam trazer sintomas mais graves. Os pacientes devem discutir indica-sativa híbridos com o Dr. Khan e seus prestadores de dispensário locais.
Regra # 3 Timing e dosagem O tipo de maconha que os pacientes precisam pela manhã pode ser completamente diferente do que eles precisam a noite. Por exemplo, pacientes que sofrem de náuseas de manhã, o estresse do dia, a noite querem relaxamento necessitam de diferentes métodos de entrega, tipos e doses de maconha medicinal.
A maconha medicinal pode ser ingerida, fumada, vaporizada, bebida, tomado em uma cápsula, e aplicados topicamente como um bálsamo ou unguento. Pacientes que sofrem de dor localizada podem se beneficiar mais da cannabis aplicando pomadas e outros tratamentos tópicos, em vez de ingerir ou fumar cannabis.
Para quem sofre de asma, o tabagismo é fora de questão, então eles devem tentar tomar a medicação na forma de uma bebida, o chá, tintura, ou forma de outros comestíveis.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Maconha pode ajudar na cura do câncer !
A pesquisa veio de Harvard – e não da cabeça de algum doidão em Kingston. Foi nos laboratórios da melhor universidade do mundo que cientistas trataram com THC, o princípio ativo da maconha, ratos preparados para desenvolver câncer no pulmão. Depois de 3 semanas, chegaram à seguinte conclusão: os ratos que receberam o tratamento com THC apresentaram tumores 50% menores que um outro grupo de ratos, esse sem acesso ao tratamento especial. A pesquisa de Harvard tem sido tratada como pioneira pela imprensa americana. Mas não é bem assim. Tão surpreendente quanto o resultado é saber que os médicos não descobriram nada de novo. Maconha pode ajudar a tratar o câncer? Tem gente falando disso desde 1974!
Há 7 anos um estudo semelhante feito na Espanha mostrou resultados bem parecidos. Na pesquisa da Universidade Complutense de Madri, 1 em cada 5 ratos tratados com THC se curou de um tumor no cérebro. Mais velha ainda é a descoberta dos pesquisadores da Faculdade Médica da Virgínia. Em 1974, eles notaram que o tratamento de 20 dias com THC reduziu significativamente o tamanho dos tumores em ratos com câncer de pulmão. Que fique bem claro: nenhuma dessas pesquisas permite afimar que “maconha cura câncer”. Mas todas apresentam uma importante linha de investigação na luta contra a doença, que mata 7 milhões de pessoas por ano.
E por que você nunca soube disso? Porque a descoberta dos anos 70 causou um efeito bizarro: a suspensão de todas as verbas federais americanas para pesquisas sobre os efeitos da maconha. Mais tarde, o governo dos EUA ainda estimularia as universidades a destruir as pesquisas feitas com o THC. “Havia uma pressão ideológica para diminuir os estudos nessa área”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Unifesp. “A ciência já passou por isso em outros momentos. Os nazistas pesquisaram os efeitos do tabaco, mas o trabalho deles foi descartado por questões ideológicas. Anos depois, confirmou-se uma série de coisas que eles sabiam havia décadas.”











