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terça-feira, 23 de julho de 2013

Plantas de maconha crescem por toda a cidade de Gottingen


ativismo da maconhaDepois de ativistas que lutam contra a "demonização" da Cannabis plantarem milhares de sementes de maconha por toda a cidade de Gottingen, na Alemanha, diversas plantas começaram a crescer por toda a cidade. O ativismo começou mês passado.

Os defensores do grupo, floristas autônomos espalharam vários quilos de sementes de maconha ao redor da cidade universitária de Göttingen, no mês passado.

Eles dizem que estão protestando contra a sua "demonização 'em' leis restritivas de drogas 'da Alemanha.

Dezenas de plantas brotaram por toda a cidade esta semana para a fúria da polícia e do conselho local.

Um site mostra dezenas de fotos das plantas de cannabis que florescem em parques públicos, hortas, jardins e floreiras por toda a cidade - com alguns até mesmo crescendo do lado de  fora da delegacia de polícia local.

A polícia foi arrancando as plantas ilegais em vista, mas o grande número de plantas florescendo tornou-se perceptível na semana passada.

Uma porta-voz da polícia disse que 70 plantas foram removidas até agora - incluindo as de fora da delegacia de polícia - acrescentando: "Tudo que parece maconha é arrancado."

fotos plantas de cannabis Ela confirmou que os policiais estavam à espera de ver um enorme aumento do número de plantas de cannabis nas áreas públicas, acrescentando: ". Oficiais disseram para ser vigilante e destruir todas as plantas que vêem"

Uma porta-voz dos floristas autônomos disse: "Nós não podemos colocar os olhos sobre esta planta útil e bonita, porque isso é absolutamente proibido na Alemanha, para cultivá-la. '

Ela acrescentou: "Esta ação é um grande negócio - as pessoas realmente colocaram esforço para realizar esta tarefa."

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Legalização Regulamentada (Por Mário Márcio Pelajo)

O Brasil teria que abrir mão da exploração em massa do Pré-Sal, ou pelo menos da exploração para fins energéticos.

Com isso, haveria tempo e condições suficientes para o aperfeiçoamento de novas tecnologias nacionais, provenientes do investimento em educação e em pesquisas sobre a canábis e também sobre as explorações profundas de petróleo, que aumentariam como premissa da legalização regulamentada, com a arrecadação de impostos e reduções de gastos governamentais.

A verdade é que atualmente não existe tecnologia satisfatória do ponto de vista da segurança no trabalho no meio ambiente nas explorações de petróleo em grandes profundidades, como são as recentes descobertas brasileiras.

Por outro lado, não haveria mais a necessidade de se produzir tanto petróleo, já que não seria mais usado como combustível automobilístico. O petróleo seria explorado apenas para outros fins, diminuindo consideravelmente as probabilidades de novos acidentes ambientais no mundo. Isso fica claro com as recentes experiências ocorridas nos últimos anos, mostrando que esse modelo de produção maximizada, por causa de uma escassez na quantidade de alternativas de matéria-prima energética, acaba que por forçar as empresas e os governos a arriscarem atos inseguros nas explorações.

Seria necessário adotarmos outra premissa para a legalização regulamentada, que seria a garantia do investimento em pesquisas para otimização da conversão da planta em energia para todos os fins ou meios possíveis e não só para o transporte individual e de massa, bem como os estímulos ficais governamentais para tal.

É necessário repensar a política energética brasileira urgente. O Brasil, assim como a China, possui perdas de transmissão de energia na ordem de 20% de toda a produção nacional, por causa de equipamentos arcaicos ou obsoletos. Como podemos pensar em obras megalomaníacas para a energia, que inclusive destroem povos primitivos e culturais, se a perda existente é muito maior que uma eventual produção, por maior que sejam as hidrelétricas? Não faz sentido algum. Parece ser apenas mais um legítimo tráfico de influência pelo interesse econômico, que nos assombra há séculos.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional 
- A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular
- Os Estados Unidos da América e a Europa

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Os Estados Unidos da América e a Europa (Por Mário Márcio Pelajo)

Simultaneamente a indústria automobilística mundial entraria no ramo dos carros movidos a energia, seja de canábis ou não, quase que em sua totalidade, pois não haveria como o mercado americano ficar de fora dessa, já que o álcool deles é ainda menos viável que o que é produzido no Brasil, além do fato de que eles já tentam há décadas diminuir sua dependência do petróleo vindo do oriente médio.

De quebra ainda poderíamos ganhar um grande presente, que seria o alívio ou até mesmo o fim de tensões e guerras com os EUA e os países produtores de petróleo do Oriente Médio e da África. A indústria da guerra estaria fadada ao fracasso, isso mesmo, seria o tão aguardado fim da indústria bélica, ou mesmo sua redução ou encerramento total ou parcial de fábricas desse segmento de negócio.
Seria um grande impulso para os fazendeiros do país, grandes ou pequenos, além da redução dos custos governamentais com o protecionismo econômico na agricultura estadunidense.

Os Estados unidos precisam de uma solução para a crise interna, assim como a maioria dos países desenvolvidos europeus, como a Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Itália, Portugal, Irlanda, Grécia, dentre outros. Estão numa profunda crise crônica, com dívidas gigantes. Está claro que o problema é profundo e atualmente vivemos uma grande crise de liderança nesta região e em todo o mundo, com os líderes pensando de uma forma tão individual e protecionista que o real problema, que é coletivo, fica de lado. Parece até que não sabem a solução ou o tamanho dos problemas. Em problemas estratégicos o ser humano parece irracional.

Será que a canábis poderia ajudar? Tem cidade europeia querendo pagar as dívidas desta forma. Porque será que recusam e omitem tanto esta alternativa?

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional 
- A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Confira como foi a Marcha da Maconha 2012 em Porto Alegre

No ultimo sábado aconteceu a Marcha da Maconha 2012 em Porto Alegre - RS, o evento foi lindo, o dobro de pessoas que os organizadores esperavam, cerca de 5 mil pessoas compareceram ao evento, onde tudo correu melhor que o esperado em todos os sentidos.

Esse ano o Coletivo Principio Ativo investiu melhor na divulgação e o resultado foi muito positivo, antes do horário de inicio das atividades muitas pessoas já se encontravam no local marcado, o evento teve inicio as 14H nos arcos da Redenção com apresentação de teatro de rua do grupo "cambada levanta favela" o que chamou a atenção de pessoas que passavam pelo local, seguido da apresentação ocorreu uma oficina de cartazes onde muitos participantes colocaram suas ideias em cartolinas e juntamente ocorriam muitas entrevistas da mídia, que estava presente em grande numero, o Principio Ativo aproveitou a ocasião para lançar seu jornal antiproibicionista "O Camarão" que teve apoio do site sementemaconha.com. As 16H20 em ponto começou a marcha.

A marcha tomou as ruas em volta do parque farroupilha, com apoio da EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) o transito de carros no local foi fechado e a manifestação seguiu seu objetivo, seguindo um carro de som cedido pela SIMPA (Sindicato dos Municipários de Porto Alegre) com muita paz, muitos cartazes e gritos, todos marcharam sem violência nenhuma e sempre deixando uma enorme nuvem com cheiro forte por onde passavam, a Brigada Militar (Policia militar no RS) destacou apenas duas motos para escoltar os 5 mil manifestantes e trataram o assunto com muito bom humor e de certa forma permitindo a festa de continuar em paz.

Com 1 hora e 20 minutos de marcha ela teve fim em frente ao Colégio Militar, onde a banda de rock Confeitaria Brasil aguardava os manifestantes com um show surpresa, pois esse não foi divulgado, e todos cercaram a banda que tocou com muito orgulho e vontade do lado de uma kombi psicodélica, logo após rolou entrega de premio do concurso de fantasias, onde uma fantasia de folha muito bem elaborada fez o sucesso da noite, e ainda tivemos mais de 1 hora de musicas cannabicas com o VJ Richard Rockers embalando o final da festa, no total foram quase 7 horas de evento, sem confusão nenhuma, sem violência policial, pelo contrario, foram sempre bem humorados.

Sem duvida o evento foi exemplar em todos os sentidos, uma forte neblina cannabica acompanhou o evento, a mídia tratou o assunto com seriedade, os agentes de transito foram muito prestativos e a força policial permitiu uma marcha de muita paz, os organizadores ficaram mais que satisfeitos com o resultado, que já durante essa semana rendeu muitos convites a debates tanto entre outros coletivos como dentro da mídia local do RS, uma prova de que quando nos unimos pela paz e pela liberdade, é possível vencer!

Thiago F. Kersting
Integrante do Coletivo Principio Ativo

Confira aqui o jornal antiproibicionista "O Camarão":

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Canábis, a Violência Rural e Urbana e o Movimento Pendular (Por Mário Márcio Pelajo)

Com a legalização regulamentada, ficaria muito interessante entrar nesse negócio e, quanto mais rápido, mais oportunidades de desenvolvimento e de largar na frente dos concorrentes.

Seria o oposto do movimento-pendular que vimos ao longo da história, quando as pessoas deixavam suas cidades e famílias em busca de uma vida nova e mais próxima nos grandes centros urbanos. Desta vez seria o contrário. Ficaria muito interessante morar no campo, principalmente nas áreas menos valorizadas, havendo uma desconcentração nos valores dos imóveis, com uma grande migração para o campo progressivamente.

Isso traria um grande desenvolvimento para as áreas rurais, com infra-estrutura e novos serviços. Os imóveis nas cidades grandes ficariam mais baratos, ao contrário das áreas rurais, que enfrentariam um período de especulação imobiliária. Mas seria muito saudável a migração de pessoas para o campo, desconcentrando renda e gerando riqueza e empregos nas áreas rurais.

Com o desenvolvimento progressivo das áreas rurais a tendência seria de uma redução da violência, que atualmente atormenta o campo, principalmente com crimes brutais, pois além da riqueza privada que seria atraída para o campo, a riqueza pública também seria direcionada, com o maior número de habitantes, impactando diretamente nos investimentos diretos, incluindo a segurança pública.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego
- A Canábis e a Estrutura Educacional

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A Canábis e a Estrutura Educacional (Por Mário Márcio Pelajo)

E os países que ainda não possuem estrutura educacional? Esses países correm mais riscos de incidência de novos usuários com a canábis proibida do que liberada e regulamentada. Quando o comércio é controlado, o acesso aos grupos de pessoas que precisam ser protegidas da canábis é mais difícil, como por exemplo as crianças, pois quem controla é o governo, que quer seu bem, enquanto o traficante quer seu mal. O traficante quer viciar nossos filhos e o governo não.

A porcentagem dos usuários de canábis que começam o uso antes da formação total do cérebro, fato que é ruim para qualquer tipo de droga lícita ou ilícita, ou seja, antes dos dezoito anos, é altíssima, e isso é bem preocupante, pois os menores de idade são um grande grupo de risco da canábis. Temos que mudar a estratégia urgente.

Com a tributação poderíamos investir muito mais em prevenção de drogas nas escolas públicas de ensino fundamental, que é o ensino mais importante de todos na vida do ser humano. A ciência hoje diz que quando um indivíduo é exposto a canábis na infância ou na adolescência, ele fica mais propício ao uso de outras drogas, enquanto no adulto isso não acontece. Crianças e adolescentes devem ser muito bem protegidos da canábis.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão 
- A Canábis e o Emprego

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Canábis e o Emprego (Por Mário Márcio Pelajo)

Todos sabem que as condições de trabalho no mundo não são boas, não só para os trabalhadores de hierarquia mais baixa como também para os de hierarquia mais alta. A verdade é que as condições estão muito aquém do necessário para uma vida com qualidade, na maioria dos países, por diversos motivos.

No caso dos trabalhadores com baixo nível de instrução, os empregos normalmente são bem pesados, com o uso de mão-de-obra manual. Isso é muito estressante para eles, bem como cansativo, e nada saudável. Qualquer profissional de recursos humanos sabe dos problemas relacionados à coluna vertebral e das lesões por esforços repetitivos, por exemplo. A legalização regulamentada da canábis com uma consequente evolução da tecnologia poderia resolver esse problema, mesmo que parcialmente, com a criação de novas técnicas que diminuíssem o trabalho braçal. Aumentaria muito a qualidade de vida dos trabalhadores menos instruídos.

No caso dos trabalhadores de maior nível de instrução, haveria uma alteração na barganha referente ao relacionamento entre o trabalhador e as empresas, que se tornariam menores, pois como este tipo de trabalhador esteve sempre acostumado a trabalhar com o intelecto, com as novas possibilidades e oportunidades existentes, ele não hesitaria em pensar um pouco mais na possibilidade de tentar o empreendedorismo, principalmente por causa das novas possibilidades ou portas abertas. Os custos para ser um empreendedor seriam mais baixos que atualmente, pois os custos de matéria-prima seriam bem mais baixos. Essas relações mudariam bastante e o trabalhador seria mais respeitado pelas empresas.

Abririam muitas oportunidades de emprego também, em consequência da diminuição do tamanho das empresas, pois a tendência seria a diminuição e extinção dos grandes grupos empresariais, com o surgimento de uma infinidade de microempresas para suprir esse mercado. As microempresas são e sempre foram responsáveis pela maior parte dos empregos.

Veja Também:
- Canábis - A Quarta Revolução Industrial!
- A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Canábis - A Quarta Revolução Industrial! (Por Mário Márcio Pelajo)

Apesar da canábis provocar malefícios para o organismo humano, ela ao mesmo tempo provocaria direta e indiretamente um bem imensurável para todo o mundo e toda a humanidade, no curto, médio e longo prazos. Seria uma nova Era Mundial, com grandes mudanças e uma transformação total do mundo. A Quarta Revolução Industrial! Carvão na Primeira, Petróleo na Segunda, Internet na Terceira e Canábis na Quarta. A canábis é a melhor alternativa como matéria-prima, em todos os aspectos, com inúmeros benefícios e vantagens, para milhares de produtos!

Existe uma infinidade de interesses por trás da canábis, que foi historicamente marginalizada propositalmente com o intuito de esconder uma grande verdade, que é a existência da melhor e mais completa matéria-prima renovável, barata e versátil do planeta. Isso mesmo, é uma matéria-prima muito melhor do que o petróleo, do ponto de vista sustentável, econômico, social e inflacional.

Com a grande desconcentração de renda ao longo da Quarta Revolução Industrial, seria uma tendência a igualdade na renda dos indivíduos, no longo prazo, diminuindo a desigualdade social entre os continentes e países, tornando a renda das pessoas mais ricas e mais pobres mais próxima. Para existirem pessoas muitos ricas, devem haver pessoas muito pobres para manter o alto padrão de vida delas. Não é que não poderiam haver pessoas ricas no mundo sem existir os pobres, até poderia, o que fica muito difícil é existirem pessoas com fortunas praticamente incalculáveis sem existirem pessoas na miséria.

Veja Também:  A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Canábis e a Escravidão ou Semi-escravidão (Por Mário Márcio Pelajo)

Com o fim da desigualdade social e da pobreza, ou pelo menos a redução delas, haveria uma clara tendência a diminuição da escravidão no mundo, bem como dos subempregos e dos salários abaixo da linha da miséria.

Os países subdesenvolvidos, aqueles que costumamos ler nas etiquetas de nossas camisas de marca, praticam a escravidão ou a semi-escravidão há muito tempo, sem qualquer tipo de condição mínima humana para o trabalho e, muitas vezes, o trabalhador vive com sua própria família no local onde trabalha, em péssimas condições humanas.

Com a redução do custo de plantio todos os países poderiam aumentar as plantações, o que ocasionaria uma maior oferta de empregos, com melhores condições de trabalho. Haveria também um aumento no salário do trabalhador, pois a procura por empregos seria menor.

Esse tipo de gente que ainda comete esta prática medieval em pleno século XXI, que não se importa com as condições e direitos humanos, estaria obrigada a aumentar o salário do trabalhador no curto prazo. Caso contrário, o trabalhador encontraria facilmente uma porta mais fraterna com melhor salário. A tendência seria o fim da escravidão e uma melhoria nas condições de trabalho e nas relações entre os trabalhadores e os empregadores.

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous

Mário Márcio Pelajo, nascido em 25/06/1980, Engenheiro de Produção, formado pela Universidade Federal Fluminense, é um carioca que se autodefine como um autodidata e grande amante de assuntos contemporâneos, como História, Geografia, Política, Economia, Meio Ambiente e Agricultura, dentre muitos outros assuntos diversos. Sua maior paixão e equilíbrio com certeza é a música, onde está sempre procurando novos chocolates para seus ouvidos.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Porque Você Deve Fumar Mais Maconha (Por Jack Herer)

A expectativa de vida nos Estados Unidos é de 76 para um homem e 78 para uma mulher. Mas se você fumar maconha de manhã, tarde e noite, você viverá em média dois anos mais do que se você não fumasse.

Pessoas que fumam maconha, mas não fumam cigarros ou bebem álcool viverão de 8 a 24 anos mais do que aquele que fumam cigarros ou bebam álcool. Isso foi comprovado por estudos feitos pelo Dr. Vera Ruben em rastafaris na Jamaica de 1968 a 1974.

Os rastafaris viviam nos topos das montanhas e eram os mais pobres da Jamaica. Todos esperavam que eles tivessem vidas mais curtas, mas ao invés disso, tinham vidas mais longas. Fumavam maconha de manhã, tarde e noite. O custo deste estudo foi de 6 milhões de dólares e foi um estudo extremamente compreensivo. Se o mesmo estudo fosse feito hoje, custaria aproximadamente 125 milhões de dólares.

Em 1979 e 1980, o Instituto Nacional de Ciências (National Institute Center), realizou estudos nos Rastafaris da Costa Rica e conseguiram obter resultados parecidos com os realizados com os jamaicanos. Foram apenas 100 cópias deste estudo publicados para pesquisadores que estavam trabalhando para o Governo. A única razão pela qual obtivéssemos os resultados deste estudo foi porque alguém conseguiu desviar uma cópia para a NORML, em 1981.

domingo, 21 de agosto de 2011

Entrevista: Neco Tabosa fala sobre ativismo no Blog!

Cumprindo a função de informar e trazer sempre novidades do mundo canábico, desta vez, o blog Maconha da Lata conversou com o jornalista Neco Tabosa, que também é diretor de curta-metragens e ativista antiproibicionista.

Tabosa contou um pouco, em um bate-pao bastante descontraído, como é ser ativista no Brasil e expôs suas ideias sobre o nosso tema principal: a MACONHA!

1- Qual a sua opinião sobre a atual lei antidroga do Brasil?

A lei brasileira é boa, moderna e extremamente avançada. Veja o cenário da Califórnia por exemplo: lá, uma emenda estadual apenas recomenda o afrouxamento da pena a quem facilitar o plantio e venda de Cannabis medicinal e os cidadãos já promoveram aquela revolução comportamental que gera um aumento incrível de renda com impostos e taxas. O PHD em THC, Sergio Vidal, costuma dizer que se a Califórnia tivesse uma lei como a brasileira, eles estariam exportando maconha medicinal pra todo o mundo.
Aqui a lei é bem clara: é possível plantar maconha legal para fins religiosos e de pesquisa. Basta ter a autorização da Anvisa. Só que essa autorização nunca foi dada a nenhuma organização, isto porque surgem os entraves legais: é preciso ser uma empresa cadastrada com CNPJ, com funcionários comprovadamente especializados em botânica, biologia e tal e tal...
Já ouviu um ditado que diz “No Brasil tem lei que pega e lei que não pega”? Pronto, é por aí. Em Salvador por exemplo, dirigir com o cinto de segurança afivelado é uma lei que não pegou; experimente pegar um taxi no Pelourinho. Plantar maconha legalizada é uma lei que ainda não pegou no Brasil, mas vai rolar, não tenho duvidas. A demanda é muito alta.
2- O que significa ser um ativista da Maconha no Brasil? Quais as dificuldades e recompensas?
Desconfio que ativismo de qualquer espécie é sempre trabalho pra caralho e nenhuma remuneração. Como trabalho com jornalismo, já sou meio acostumado com essa prática. Então vou tocando os projetos de blog, livros, camisetas e eventos à medida que posso. E fico feliz com os resultados. Isso paga a dedicação.
A recompensa vem dos resultados que vem aparecendo lentamente (como a mudança da lei da doação de sangue, feita pelo Ministério da Saúde em junho desse ano, quando passou a enxergar o usuário de maconha como parcela da sociedade a ser respeitada, e baixou a exigência de abstinência de 12 meses para 12 horas.)Além disso, vira e mexe o ativismo faz você ganhar algum presente :D!
3- Você realmente acredita que com a descriminalização da Maconha, o tráfico vá sofrer um grande golpe financeiro?
Acho que ninguém tem essa resposta exata. Essas redes criminosas trabalham com o transporte e venda de maconha, porém, também com a compra de Deputados antes das votações de emendas constitucionais, com licitações para servir merenda escolar podre; com superfaturamento de material na construção de estádios pra Copa; Além de serem pessoas extremamente inteligentes, que sabem aproveitar cada oportunidade de implementação de novos negócios.

4- Qual sua opinião sobre a cobertura do assunto Maconha dentro das mídias brasileiras, principalmente o que chamamos de grandes mídias, como os grandes veículos de comunicação?
Bem lembrado. Ia esquecendo de citar sistemas de comunicação como parte dos negócios ilícitos de grandes grupos empresariais no país. Em outros lugares existe regulamentação do Estado para o exercício da difusão de notícias e de coisas parecidas com notícias. Há limitações na atuação no setor de tevê se a empresa tiver um jornal for de circulação nacional, por exemplo:. Aqui quanto maior, melhor porque cada empresa imprime o que quiser, disfarçando apoio político como editorial, sendo obrigada, no máximo, a se justificar na justiça depois do estrago feito. Infringem leis, elegem culpados, julgam e executam na primeira página. Esses caras realmente pensam em tudo. Acaba virando um sistema judiciário paralelo, contudo só pros interesses deles.
A agenda da conversa no boteco é acertada por esses veículos, a tal opinião pública,que é usada como justificativa para a bizarrice do modelo Rupert Murdoch de eleger culpados e fazer investigações paralelas. Nesse sentido, a Veja e o News of the World são bem parecidos.
Com o assunto maconha é a mesma coisa. Preconceito, apuração mal feita, distorção do que foi dito! Se não for um dos sócios do esquema falando, nem um assunto sobre o qual eles possam lucrar em cima, é tudo mais ou menos feito com má vontade.
Uma vez ou outra um colega mais bem intencionado consegue furar o bloqueio e lançar um pouco de luz sobre o debate em um desses jornais, mas na grande maioria temos que contar com a informação segmentada, garimpada, humilhada, feita em livrinhos marginais ou em blogs como aqui no Maconha da Lata :D Alguma coisa sobre “a revolução não ser televisionada”, “tá ligado”?
Muito normal nos anos 70 nos Estados Unidos (quando Gil Scot Heron lançou a música "The Revolution will not be Televised" ) e ainda normal no Brasil em 2011.




5- Para você, o debate sobre a descriminalização da Maconha ainda esbarra muito nos preconceitos de um país que tem suas raízes ligadas fortemente ao catolicismo?

Acho que não. A limitação do pensamento é extremamente eficiente quando feita pela religião, mas acho que fatores como baixo índice de educação, falta de acesso às informações e espaços onde possamos praticar o debate e a crítica, são bem piores nesse sentido.

Área de reunião em quase todos os bairros do Brasil é salão de beleza, bar, lan house; ou em volta da televisão na hora da novela. Vai sair o que dessa hipnose?

6- Você concorda ou discorda que o momento atual, o que chamamos de era da informação e novas tecnologias, acaba por favorecer o tipo de discussão como a descriminalização da Maconha?

Concordo totalmente. Sem acesso ao flickr – pra ver como foi a Marcha da Maconha no Rio em 2007 – ou sem poder ler em sites sobre as marchas no Canadá e nos Estados Unidos, eu não tiraria o pé de casa pra ir à Marcha da Maconha. Esse sistema foi fundamental para conhecer outras pessoas que estavam formando grupos de organização do evento em suas cidades em 2008.


Hoje em dia, pra cada matéria na Trip, existem uns 20.000 posts. As mentiras de qualquer jornal podem ser debatidas no fórum do Growromm, pelo Twitter.

Nada disso seria assim tão rápido e transparente sem essas ferramentas.

7- Porque você acha que a Maconha ainda sim é proibida no Brasil?

Dizem que Einstein lançou essa um dia: “A humanidade precisa evoluir para a Pré-historia”. São 50 anos de proibição da Cannabis em escala global. Antes disso, foram séculos e séculos de boas relações da humanidade com essa planta.

Se espalhar várias mentiras sobre o assunto levou 50 anos para começar a ser contestado, com essa força atual, quanto tempo levaremos pra saber as verdades? Veremos...

8- Qual sua opinião sobre o cultivo caseiro de Marijuana em pequenas quantidades?

A mais perfeita tradução do lema “a revolução começa em sua casa”. Né não? Mas tem que saber fazer...

9- Você acredita que no futuro de fato podemos tem um sistema de combate ás drogas estilo o holandês ou o português, por exemplo?

Não acredito numa coisa que se chame política de combate às drogas. Ás vezes leio num jornal: “Crentes contras as drogas” ou “Governo contra as drogas”. Quem quiser que caia. Não existe erradicação possível das drogas. Existe sim uma educação possível para o consumo de substâncias. Psicoativas ou não.

De qualquer maneira, o sistema empregado para tratar organizadamente o assunto no Brasil, será único. Pelas condições geográficas e pelo nível de educação da população.

10- Deixe uma mensagem para os leitores do blog Maconha da Lata e também dicas para quem quiser se juntar à causa e se tornar um ativista

Leia muito. Aja. Pense. E desconfie de quem lança frases de estímulo como “Leia muito... Aja... ou Pense”. :D É isso!

FONTE: http://maconhadalata.blogspot.com

sábado, 20 de agosto de 2011

Vou Acender Agora

"Vou acender agora" faz referência à "malandragem, dá um tempo", clássica canção de Bezerra da Silva. Porém, ao contrário de antes, maconha, aos poucos, está deixando de ser um tabu. Hoje, o assunto é discutido com maturidade e sobriedade. Inclusive, a lei, depois de muito tempo, entendeu que usuário não é bandido. Por isso, vou acender agora: o debate, a provocação e o baseado.

vou acender agora from vou acender agora. on Vimeo.


Acessem aqui o site: “Vou acender agora”

terça-feira, 21 de junho de 2011

Os tempos mudaram primeiro livro sobre cultivo de cannabis e publicado no Brasil

É um sinal claro que atitudes em relação à cannabis estão mudando em todo o mundo,o lançamento do livro cannabis Medicinal primeiro sobre o assunto publicado no Brasil pode ser considerado um marco na literatura brasileira o livro impresso em nosso idioma Cannabis Medicinal do autor Sergio Vidal, é um ótimo trabalho e já cruza fronteiras Sergio Vidal em entrevista ao site Toke of the Town, fala sobre seu livro.

Leia mais...

Marcha da Maconha ainda pode ser barrada!

Relator do processo que liberou as passeatas, ministro Celso de Mello, admite que o argumento presente na Lei de Drogas ainda pode ser usado por juízes
Apesar de a brecha existir, o ministro acredita que ela deve ser suprimida em pouco tempo, acabando com a proibição da Marcha da Maconha

Brasília – Uma regra da Lei de Drogas ainda pode ser usada por promotores e juízes para barrar a realização de marchas pela legalização da maconha. Em um de seus artigos, a lei afirma que a pessoa que induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga pode ser punida com três anos de prisão e multa.

A regra não foi alvo da discussão desta semana no Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou a realização de eventos como a Marcha da Maconha. O STF analisou apenas a aplicação do Código Penal, que afirma que é crime a apologia ao uso de drogas. Por unanimidade, os ministros descartaram que as marchas façam apologia.

O relator do processo que liberou as passeatas, ministro Celso de Mello, admite que o argumento presente na Lei de Drogas ainda pode ser usado por juízes que pretendem barrar esse tipo de evento. “Os juízes, a rigor, poderiam, buscando fugir do efeito vinculante do julgamento, usar essa regra”, disse o ministro.

Apesar de a brecha existir, Celso de Mello acredita que ela deve ser suprimida em pouco tempo. Em outra ação no STF, o Ministério Público pede que a intepretação do artigo da Lei de Drogas esteja de acordo com os princípios da liberdade de expressão e de reunião. O relator do caso é o ministro Carlos Ayres Britto. “Tenho certeza que Ayres Britto deve trazer logo a julgamento”, prevê o ministro.

O decano da Corte ainda afirma que caso haja qualquer restrição futura à realização das marchas, aqueles que se sentirem ofendidos podem entrar com uma reclamação diretamente no STF, sem passar por outras instâncias. “A reclamação permite a concessão imediata de uma liminar, o que muitas vezes acontece”, explica o ministro.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vídeo de apoio ao companheiro Sativa Lover (enviado por leitor)



Estamos em 2011!!! Chegou a hora de libertar a população deste mercado paralelo! Chega de tráfico! Cannabis é uma planta e sempre vai existir! Dizem que não estamos preparados para a legalização, estaríamos então preparados para o tráfico? Fumar maconha não pode mas criança segurando fuzil pode? Chega! Legalize já!
Enviado por leitor.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Liberdade Sativa Lover


No dia 4 de junho, um dia após a Marcha da Maconha em Brasília um canabicultor e militante do movimento foi preso acusado injustamente de tráfico. Nesse mesmo fim de semana rolou o Festival das águas. Aproveitando a oportunidade da cobertura do evento, trocamos uma idéia com algumas bandas e pedimos para mandar um salve de apoio ao amigo Sativa Lover.
Fonte: TV Rádio Legalize

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Debate: Facetas sociais da cannabis sativa e o futuro da planta no Brasil

Quinta, 2 de junho · 14:00 - 17:00
Localização
Universidade de Brasília, ICC, Anfiteatro 9.
Mais informações
Debate com convidados:
- Sérgio Vidal, Antropólogo, escritor e ativista, membro do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad);
- Renato Cinco, sociólogo, ativista pela legalização das drogas, militante e organizador da Marcha da Maconha RJ;
- Mauro Chaiben, advogado e consultor jurídico da Marcha da Maconha e do Growroom.
- Fábio Vasconcelos, membro da LEAP e perito criminal da polícia civil de Brasília.

Simultaneamente ao evento haverá o lançamento e venda do livro Cannabis Medicinal, de Sérgio Vidal. Venha autografar a sua cópia!

CORTINA DE FUMAÇA

Serviço:
QUINTA, dia 02 de Junho 2011
Abertura dos portões: 18h

ENTRADA FRANCA
envie seu nome para cortinadefumaca@circovoador.com.br
Classificação: 18 anos (12 a 17 anos somente acompanhados dos pais).

O Circo Voador, em parceria com a organização B.O.C.A (Brigada Organizada da Cultura Ativista) e o movimento Coletivo Projects, abre suas portas para o grande público assistir um filme essencial e debater sobre a atual política de drogas, no Brasil e no mundo. Um evento inédito e multicultural! Bate-papo após a projeção com Marcelo Yuka, Orlando Zaccone, Pedro Abramovay, João Menezes e Carlos Minc. O som fica a cargo do DJ Flict, que produziu a trilha sonora do filme.



Programação:

19h: Exibição do filme CORTINA DE FUMAÇA com a presença do diretor Rodrigo Mac Niven

20h30: Marcelo Yuka comanda BATE-PAPO com:
- Orlando Zaccone: Delegado de Policia Civil RJ
- Pedro Abramovay: Professor FGV Direito Rio
- João Menezes: Neurocientista e professor da UFRJ
- Carlos Minc: Deputado Estadual RJ

22h: DJ/Produtor FLICT: chill-out
 
 

NÃO COMPRE, PLANTE!

 

Vamos curtir galera!

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Esquadrilha da Fumaça

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