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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Xerife preso por vender maconha a um agente do FBI


venda de maconhaUm vice-xerife em Newton County, Georgia, nos EUA, foi preso por vender quilos de cannabis a um agente disfarçado do FBI. Depois de ser preso, o oficial admitiu vender entre 10 e 15 quilos de maconha por semana fora de sua viatura.

De acordo com um relatório federal, o sub-xerife Darell Mathis se gabou ao agente disfarçado que ele não se preocupava em ser pego porque ele "dirige com segurança e pisca suas credenciais da polícia para sair das blitz, se ele está sendo parado."

Mathis, que foi libertado sob fiança, é acusado de distribuição de maconha e porte de uma arma de fogo ao cometer um crime de tráfico de drogas. Mathis pode pegar até cinco anos de prisão pela acusação de distribuição, e até a prisão perpétua pelo crime com arma.

Pois é, esse é o retrato claro do tráfico de drogas. Uma pessoa tentando se dar bem sob suas condições favoráveis, vendendo drogas e lucrando uma boa grana.

Mas se isso for feito a um policial que não seja corrupto como o traficante, e estiver disfarçado, a casa cai.

Não existe outra alternativa que não seja a legalização da maconha, pelo menos no meu ponto de vista.

terça-feira, 9 de julho de 2013

PF faz possívelmente maior apreensão de maconha da história do Distrito Federal

apreensão de maconhaNeste fim de semana a Polícia Federal  fez uma apreensão gigantesca de maconha no Distrito Federal, esta que pode ser talvez, a maior apreensão da droga de toda a história do DF.

A polícia encontrou cerca de 2 toneladas de maconha escondidas em um fundo falso de uma carreta que é do Paraná, cidade de Cianorte, porém ela vinha do Paraguai e já vinha sendo investigada há cerca de 3 meses.

Segundo o superintendente regional da Polícia Federal no DF, Marcelo Mosele, a droga pertencia a um grupo de grandes traficantes do Distrito Federal, os chamados (peixes grandes), e eles fariam a distribuição para traficantes secundários e terciários de menor porte por todo o DF e
entorno (cidades pequenas do estado de Goiás que fazem fronteira com o DF).

O caminhão com placa do Paraná vinha escoltado por uma pickup pequena com placa de Minas Gerais, e quando estavam em um local à aproximadamente 20 quilômetros do centro de Brasília, os motoristas perceberam a aproximação dos carros da polícia e abandonaram os veículos e fugiram pelas chácaras existentes na região.

A maconha apreendida agora segue para a sede da PF, onde será pesada, e analisada quimicamente, a fim de identificar a origem da droga.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Jovens traficantes dos E.U.A se deslocam para o leste


Tráfico de drogasNos Estados Unidos, a legalização da maconha  em apenas alguns lugares, e não em todo o país, trouxe algumas consequências negativas, como a grande aglomeração de traficantes em outras cidades. Vamos mostrar o caso de um rapaz, cujo na entrevista foi chamado de Chuck, mas este, é claro, não é seu nome verdadeiro.

Chuck vendia maconha na Califórnia. Mas a legalização da maconha medicinal no estado significava que ele estava de repente competindo contra centenas de dispensários de maconha. Então ele se mudou para Nova York, onde a maconha ainda é 100 por cento ilegal. Desde sua mudança, diz ele, que quadruplicou sua renda.

Em uma tarde recente em seu mal iluminado apartamento de Nova York, ele estava prestes a completar um ritual diário: carregado com cerca de 50 papelotes de maconha, no valor total de cerca de 3.000 dólares em sua mochila, antes de sair para fazer as entregas. "Estamos ajudando a manter as pessoas chapadas numa noite de sexta-feira em Nova York", disse ele.

Dezoito estados e o Distrito de Columbia já legalizaram a maconha, seja para uso médico ou para se divertir. E, ao que parece, quando um estado traz um mercado subterrâneo para o seu meio e o outro não, há consequências econômicas nos dois lugares.

Traficantes não são os únicos com um incentivo para movimentar a maconha fora da Califórnia. A legalização da maconha medicinal levou a uma corrida de agricultores de maconha com autorização para cultivar maconha legalmente. Que por sua vez levou a um excesso de oferta - e queda dos preços no atacado. Alguns produtores não têm sido capazes de descarregar todas as suas colheitas ao preço que eles querem no mercado local, legal. Então, eles quebram a lei e enviam para fora do estado.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Crianças no tráfico


Muito se fala no início da nova era, coisa e tal, mas continuamos vendo crianças envolvidas com drogas, e pior, com o tráfico dessas substâncias. E como diz a letra de uma música da banda Planet Hemp (Planeta Maconha)"A culpa é de quem?". Eu respondo que a culpa é do governo. Sim do governo, pois quem proíbe a venda regulamentada e séria desse tipo de material são eles, e é essa proibição que causa os absurdos que vemos, crianças de menos de uma década de vida, que deveria estar na cadeira de uma escola, mas está com as mãos ocupadas com trouxinhas de maconha ou cocaína para o lucro dos traficantes. Jovens de família participando dessa prática mais do que ultrapassada. O estudo dessas pessoas inclusive, poderia ser financiado pelos impostos que gerariam as drogas, se vendidas corretamente por empresas responsáveis e regulamentadas. Veja mais uma triste notícia de mais um jovem do Brasil.

Ontem, quinta-feira dia 03, após uma ação da polícia militar em uma boca de fumo em Goiânia, uma mãe entregou o próprio filho. A mãe já vinha desconfiando da participação do filhos em negócios ilícitos, e então encaminhou o jovem ao 8º distrito policial, onde já estava sendo feita a ocorrência de dois rapazes que tinham sido presos na mesma operação por posse de maconha. Para a surpresa de todos, o garoto de 16 anos de idade acabou confessando, e ainda mais, afirmou que não só tinha uma mera participação, mas era gerente do esquema.

O Sargento Valdivino Jesus falou com a imprensa: "A mãe chegou com ele o apresentando espontaneamente. Então nós o levamos para a Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai), inclusive, ele já tinha passagem pela polícia, e vai ser feito o flagrante por tráfico porque encontramos dinheiro, faca, balança de precisão, tudo para ele vender a droga".

Pois é meus caros leitores, maconheiros ou caretas, imagino que essa seja uma notícia para entristecer qualquer um, principalmente se tratando de um país que há tempos diz mirar ser uma potência mundial, mas antes de sonhar com isso tudo, temos que mudar nossas atitudes. Enquanto o governo permitir que mais crianças como essa se envolvam em coisas como essas ao invés de estudar nós só seremos potência em más atitudes. O caminho é a regulamentação da maconha, que é a droga ilícita mais usada no mundo, o principal item de venda no tráfico. Como sabemos que as vendas e o uso não irão acabar, vamos coloca-los nas mãos certas, de gente responsável e que cumpra seu dever junto à sociedade.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

2012 acabou, o que se aprendeu?


Acabou-se mais um ano de nossas vidas, e vemos coisas repetidas que parecem não ter um fim próximo. Eu me refiro diretamente ao tráfico de drogas e como isso é tratado pelas autoridades no mundo todo, mas principalmente aqui no Brasil. Faça o seguinte teste: entre em algum site grande de notícias, principalmente os filiados de grandes emissoras de televisão, e procure a palavra maconha. Uma página imensa vai aparecer com notícias como: "Operações em MT apreendem mais de uma tonelada de droga em 2012". Reflita que você vê isso se repetir todos os anos, desde que se entende por gente, nada, absolutamente nada mudou. 

Se em apenas no estado do Mato Grosso, mais de uma tonelada foi apreendida em algumas operações, imagina em todas as operações por todo o Brasil, quantas centenas de toneladas de drogas são apreendidas todos os anos, porém, nunca acabam as drogas. Como pode tanta operação policial gastar tanto dinheiro em cada uma delas, e todos os dias vemos notícias repetidas? E como podem as autoridade dizer que esse é o caminho certo? Isso é um tapa na cara da sociedade, nosso dinheiro está sendo incinerado junto à cada tonelada de droga apreendida, e vai continuar sendo cada vez mais.

Se pararmos para pensar no que seria possível fazer com o dinheiro gasto em apenas um ano com essas operações, vamos ficar irados de raiva, mas se pensarmos no dinheiro gasto em todo esse tempo de guerra às drogas, então vamos explodir. Simplesmente o governo poderia regulamentar todas as questões que envolvem a produção e comércio de drogas, além do principal, educar a sociedade com propagandas e outras formas de atingir a população geral, e ainda assim não gastaria nem perto do que gasta combatendo essas ações, podendo assim investir ainda em saúde, para o tratamento de usuários de drogas por exemplo, na segurança combatendo a venda à menores por exemplo, enfim, realmente mudar essa realidade desonesta, mentirosa, covarde e racista que é a guerra às drogas.

Mas como em ano novo, nós sempre nos enchemos de esperanças e sonhos que corremos atrás ou não, farei igual, e vou continuar sonhando que as autoridades irão contar a verdade ao seu povo, e assim tomar atitudes que valham a pena. Sem esperança não chegamos a nada, então o que resta é mantes minha voz sempre ativa enquanto eu a tiver, gritando para o mundo, para que parem de acreditar em mentiras sem nexo, e acordem para a realidade, e assim podemos nós mesmos mudar o que já devia ter sido feito há muito tempo. Feliz 2013, assim desejamos aos nossos queridos leitores.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Para evitar "calote", traficante vendia drogas no cartão


Em Cuiabá, um traficante protagonizou uma cena impagável, que mereceu destaque aqui no Planeta Maconha. Isto porque o mesmo  inovou no “ramo” e passou a vender drogas nos cartões de crédito, inclusive parcelado, e à vista no cartão de débito. É claro que o banco não sabia que a mercadoria que estava sendo vendida era drogas, mas o traficante sabia que com isso evitava os “calotes” e de ter que mandar executar usuários, mulas e atravessadores que compram drogas e não pagam.

Usando uma Lan House, instalada na Rua Alan Kardec, no bairro Santa Isabel, em Cuiabá, como “fachada”, o traficante guardava em casa, pelo menos 15 quilos de maconha que era vendida para pessoas que alugavam os computadores ou para aqueles que faziam encomendas.

Um homem conhecido vulgarmente como “Japão do Santa Isabel” de 24 anos, fugiu antes da chegada da Polícia. A mulher dele, identificada como Keziane Franciele Shinizu Ravedutti ,de 29 anos, ainda teria tentado abandonar um tablete de maconha, mas foi presa. Franciele nega o envolvimento com o tráfico de drogas.

No local, a Polícia Militar encontrou ainda cerca de 12 tabletes de maconha, uma balança de precisão, uma máquina de cartão de crédito. Franciele também  negou que na casa funcionasse uma “boca”, e que aceitava cartões de crédito e de débito.

A mulher foi transferida para a Central de Flagrantes do bairro Planalto para ser autuada em flagrante por crime de tráfico de drogas, e o o marido dela continua sendo procurado pela Polícia Militar.

O Boletim de Ocorrência também será encaminhado para a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Civil, para novas investigações.

Funcionário é demitido por fumar maconha

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) considera legítima a demissão por justa causa de um funcionário que fumou maconha no horário de almoço e fora da empresa. As informações são da colunista da BandNews FM, Mônica Bergamo.

Segundo a jornalista, os magistrados julgaram que houve mau comportamento do trabalhador, que quebrou relação de confiança com a empresa.

O funcionário, que trabalhava em uma indústria mecânica de Minas Gerais, venceu a causa no Tribunal Regional, mas foi derrotado no TST.
 
 

NÃO COMPRE, PLANTE!

 

Vamos curtir galera!

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Esquadrilha da Fumaça

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